DIFICULDADES DOS PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE DOM INOCÊNCIO – PI, PARA TRABALHAR COM ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA- TEA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29910Palavras-chave:
Autismo. Educação. Formação docente. Formação continuada.Resumo
O aumento significativo do número de diagnósticos de crianças com Transtorno do Espectro Autista-TEA, faz com que a escola esteja preparada para receber e incluir as/os estudantes, de modo que aprendam e se desenvolvam integralmente. Dessa maneira, surge a problemática: as/os docentes e profissionais da educação estão preparadas/os para trabalhar com estes estudantes? Diante dessa questão, este trabalho teve como objetivo analisar as dificuldades das/dos professoras/es da rede municipal de educação de Dom Inocêncio-PI, para trabalhar com crianças autistas. A pesquisa é de abordagem qualitativa, e os dados foram analisados com base na análise de conteúdo categorial de Bardin (2016). A produção dos dados e das informações se constituíram por meio de formulários do Google Forms, e enviados via WhatsApp para cinco docentes da rede Municipal de Educação de Dom Inocêncio-PI. Com as respostas obtidas, foi possível identificar uma grande dificuldade de professoras/res que atuam nos anos iniciais do ensino fundamental em trabalhar com crianças que apresentam o transtorno do espectro autista, ficando evidente que estas/estes não se sentem preparadas/dos pedagogicamente. Foi possível também, por meio das respostas afirmar que a inclusão não acontece na prática, apontando para uma emergente necessidade de formação continuada para as/os docentes da rede.
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