EDUCAÇÃO INCLUSIVA DE ESTUDANTES COM TEA: DESAFIOS DOCENTES E PRÁTICAS EMANCIPATÓRIAS NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.27820Palavras-chave:
Autismo. Práticas pedagógicas emancipatórias. Semiárido brasileiro.Resumo
Este artigo buscou identificar os principais desafios para a consolidação de práticas pedagógicas inclusivas e emancipatórias voltadas à escolarização de estudantes autistas no contexto do Semiárido brasileiro. Para isso, foi realizada uma revisão narrativa da literatura, fundamentada nos pressupostos da fenomenologia crítica, com a seleção de produções científicas disponíveis no Google Scholar a partir dos descritores educação inclusiva, inclusão de autistas e semiárido. A análise dos estudos permitiu compreender as especificidades da inclusão escolar nessa região, bem como os fatores que influenciam a efetivação de práticas educativas inclusivas. Os resultados evidenciaram que, apesar dos avanços nas legislações e políticas públicas voltadas à inclusão, persistem desafios relacionados à formação inicial e continuada dos professores, à insuficiência de recursos pedagógicos, às limitações estruturais das escolas e à necessidade de fortalecimento de uma cultura escolar inclusiva. Destacou-se ainda a importância de práticas pedagógicas contextualizadas, capazes de valorizar as especificidades socioculturais e ambientais do Semiárido e de promover a participação efetiva dos estudantes autistas. Conclui-se que a construção de uma educação inclusiva e emancipatória demanda investimentos na formação docente, no fortalecimento das políticas educacionais e no desenvolvimento de práticas comprometidas com a equidade, a diversidade e a transformação social
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