FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.29174Palavras-chave:
Educação Inclusiva. Formação Continuada. Docência.Escola Pública.Resumo
A educação inclusiva ocupa posição de destaque no cenário educacional brasileiro, em razão da necessidade de assegurar o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem de todos. Tem como objetivo analisar a formação dos professores. A formação continuada de professores destaca- se como um elemento fundamental para o fortalecimento das práticas pedagógicas inclusivas, favorecendo o desenvolvimento de competências que possibilitam atender à diversidade. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, fundamentada em livros, artigos científicos, legislações e documentos oficiais que abordam a temática. A discussão apoia-se em estudos de Mantoan (2022), Glat (2021) e Nóvoa (2020), além de documentos normativos, como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e o Decreto nº 10.502/2020. Os resultados evidenciam que a formação continuada contribui para ampliar os conhecimentos docentes, estimular a reflexão sobre a prática pedagógica e promover estratégias de ensino mais acessíveis e participativas. Portanto ainda persistem desafios relacionados à insuficiência de formações específicas, às limitações estruturais das escolas, à escassez de recursos pedagógicos e ao reduzido apoio institutional. Podemos constatar que o fortalecimento de políticas de formação continuada, articuladas entre universidades, sistemas de ensino e escolas, constitui uma estratégia indispensável para o desenvolvimento profissional dos docentes e para a construção de uma educação inclusiva pautada na equidade, no respeito às diferenças e na garantia do direito à aprendizagem de todos.
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