FERRAMENTAS DIGITAIS COMO MEDIADORAS DA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DE MATO GROSSO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.28002Palavras-chave:
Educação inclusiva. Transtorno do Espectro Autista (TEA). Tecnologias digitais.Resumo
Este artigo teve como objetivo analisar o papel das tecnologias digitais como mediadoras dos processos de inclusão educacional de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino regular, no contexto das escolas públicas do Estado de Mato Grosso, à luz dos princípios do Design Universal para a Aprendizagem (DUA) e dos marcos legais e das políticas públicas educacionais vigentes. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza descritiva e exploratória, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico e análise documental de legislações, normativas e produções acadêmicas que tratam da educação inclusiva, das especificidades do TEA e do uso pedagógico das tecnologias digitais. O referencial teórico fundamenta-se nas contribuições de Mantoan, Orrú, Moran e Bacich, cujas abordagens evidenciam o potencial das tecnologias na mediação da aprendizagem e na promoção de práticas pedagógicas inclusivas. Os resultados apontam que a integração intencional de tecnologias digitais e assistivas, associada à formação continuada dos docentes e às condições estruturais das escolas públicas, contribui significativamente para a ampliação da autonomia, do engajamento e da participação ativa de estudantes com TEA nos processos de ensino-aprendizagem. Conclui-se que as tecnologias digitais se configuram como instrumentos pedagógicos estratégicos para o fortalecimento da inclusão educacional, desde que articuladas a práticas pedagógicas fundamentadas e a políticas públicas efetivas.
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