CONTRIBUIÇÕES DAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES PARA A REDUÇÃO DA ANSIEDADE EM ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31575Palabras clave:
Práticas Integrativas e Complementares, Ansiedade infantil, Ensino Fundamental, Saúde mental, Bem-estar emocionalResumen
O presente artigo tem como objetivo analisar as contribuições das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde para a redução da ansiedade em estudantes do Ensino Fundamental, considerando suas possibilidades de aplicação no ambiente escolar e seus benefícios potenciais para o bem-estar emocional e o desenvolvimento infantil. A ansiedade nessa etapa da vida constitui uma preocupação relevante, pois pode interferir na concentração, na aprendizagem, nas relações interpessoais e na participação dos estudantes nas atividades escolares. Nesse contexto, práticas como meditação, yoga adaptada à infância, atenção plena, arteterapia e musicoterapia apresentam possibilidades de contribuir para o reconhecimento das emoções, o relaxamento e o desenvolvimento de estratégias de autorregulação emocional. Metodologicamente, a pesquisa caracteriza-se como qualitativa, exploratória, descritiva e bibliográfica, fundamentada na análise de livros, artigos científicos e documentos oficiais relacionados à saúde mental infantil, às práticas integrativas e à promoção da saúde no ambiente escolar. A discussão teórica aponta que essas práticas podem integrar estratégias complementares de promoção do bem-estar emocional, desde que sejam adequadas à faixa etária, conduzidas de forma responsável e fundamentadas nas evidências científicas disponíveis. Destaca-se, ainda, a importância da participação da escola, da família e dos profissionais da saúde na construção de ambientes acolhedores e na identificação de sinais persistentes de sofrimento emocional. Conclui-se que as Práticas Integrativas e Complementares apresentam potencial para contribuir com a promoção da saúde emocional dos estudantes, embora seus efeitos sobre a ansiedade devam ser avaliados conforme a modalidade utilizada e a qualidade das evidências disponíveis. Ressalta-se que essas práticas não substituem o acompanhamento psicológico ou médico quando necessário, sendo recomendados novos estudos sobre sua eficácia e aplicação no contexto educacional.
Descargas
Descargas
Publicado
Número
Sección
Categorías
Licencia
Atribuição CC BY