ACESSO À JUSTIÇA SEM CAPACIDADE POSTULATÓRIA: GARANTIA OU VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24850

Palabras clave:

Acesso à justiça. Capacidade postulatória. Isonomia. Direitos Humanos.

Resumen

O acesso à justiça é um princípio processual constitucional que visa garantir a todos o direito a postular em juízo. Entretanto, por muitas vezes para a garantia desse direito é necessário a constituição de um advogado para que, diante de suas prerrogativas, garanta que a parte terá sua celeuma atendida. Mas, em alguns casos, essa regra é relativizada, como pode ser verificado nos Juizados Especiais, cuja causa de pedir não ultrapasse 20 salários mínimos. Ocorre que, muitas vezes essa exceção acaba prejudicando o próprio requerente pela sua ausência de conhecimento técnico e jurídico. Diante destes fatos, o presente artigo visa analisar se garantir as partes que acessem o judiciário mesmo sem possuírem capacidade postulatória seria uma garantia ou uma violação dos direitos humanos. Para essa análise utilizaremos o método hipotético dedutivo, onde se buscará correlacionar o direito do jurisdicionado com a ausência de capacidade postulatória, analisando se mesmo com a falta de conhecimento o seu acesso à justiça de forma autônoma é uma garantia dos direitos humanos ou se é uma violação diante da disparidade entre as partes.

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Biografía del autor/a

  • Lúcia Valéria Xavier Barbosa, Veni Creator Christian University

    Mestradanda em Ciências Jurídicas na Universidade Veni Creator Christian University (VCCU). Formada em Administração de Empresas, pela Universidade Federal de Pernambuco e Pós-graduação em Gestão de Pessoas, no Instituto Pró Saber / BA.

  • Eloy Pereira Lemos Junior, Universidade de Itaúna

    Professor da Graduação e do PPGD de Mestrado e Doutorado da Universidade de Itaúna.

Publicado

2026-03-19

Cómo citar

Barbosa, L. V. X., & Lemos Junior, E. P. (2026). ACESSO À JUSTIÇA SEM CAPACIDADE POSTULATÓRIA: GARANTIA OU VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS? Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(3), 1-14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24850

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