MORTALIDADE RELACIONADA AO HIV/AIDS NO BRASIL: TRANSFORMAÇÕES NO PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E PERSISTÊNCIA DAS DESIGUALDADES TERRITORIAIS, 2010–2024

Autores

  • Getúlio Antônio de Freitas Filho UNESC
  • Diana Maria de Almeida Lopes UFC
  • Mateus Henrique Dias Guimarães UDESC
  • Weslley Matheus Ferreira Ribeiro UNAMA
  • Emanoela Therezinha Bessa Mendes UECE
  • Alana Coêlho Maciel UFPA
  • Flaviano Palmeira dos Santos UFPE
  • Gyovanna Sarah de Almeida Vale FIP-PB
  • Marilane Vilela Marques UFRN
  • Ana Edimilda Amador UFRN

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29664

Palavras-chave:

Síndrome de Imunodeficiência Adquirida. Mortalidade. Desigualdades em Saúde. Brasil.

Resumo

Objetivo: Analisar a mortalidade relacionada ao HIV/AIDS no Brasil segundo evolução quinquenal, perfil sociodemográfico, local de ocorrência e distribuição territorial, entre 2010 e 2024. Métodos: Estudo ecológico descritivo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade. Incluíram-se os códigos B20–B24 da CID-10, agrupados em 2010–2014, 2015–2019 e 2020–2024. Calcularam-se frequências, proporções, razão de sexo e variações percentuais. Resultados: Foram registrados 174.205 óbitos. O total diminuiu de 61.514 para 53.840, redução de 12,48%. Predominaram homens e pessoas de 40 a 59 anos; a razão masculino/feminino aumentou de 1,93 para 2,12. A participação de pessoas com 60 anos ou mais cresceu de 8,20% para 17,02%, e a categoria parda tornou-se predominante. O Sudeste manteve o maior número absoluto, mas sua participação caiu, enquanto Norte e Nordeste aumentaram. Conclusão: A redução nacional coexistiu com envelhecimento do perfil e desigualdades sociodemográficas e territoriais persistentes, exigindo prevenção, diagnóstico oportuno e cuidado contínuo orientado pela equidade.

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Biografia do Autor

Getúlio Antônio de Freitas Filho, UNESC

Doutor em Ciências da Saúde. Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). 

Diana Maria de Almeida Lopes, UFC

Doutora em Farmacologia. Universidade Federal do Ceará (UFC).

Mateus Henrique Dias Guimarães, UDESC

Mestre em Enfermagem na Atenção Primária à Saúde. Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). 

Weslley Matheus Ferreira Ribeiro, UNAMA

Especialista em Epidemiologia e Vigilância em Saúde. Universidade da Amazônia (UNAMA).

Emanoela Therezinha Bessa Mendes, UECE

Mestra em Educação e Saúde da Família. Universidade Estadual do Ceará (UECE). 

Alana Coêlho Maciel, UFPA

Doutora em Ciências e Tecnologia de Alimentos. Universidade Federal do Pará (UFPA).

Flaviano Palmeira dos Santos, UFPE

Mestre em Saúde Coletiva. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Gyovanna Sarah de Almeida Vale, FIP-PB

Especialista em Saúde da Família. Faculdade Integrada de Patos (FIP-PB). 

Marilane Vilela Marques, UFRN

Mestra em Saúde Coletiva. Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Ana Edimilda Amador, UFRN

Doutora em Demografia. Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). 

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Publicado

2026-08-18

Como Citar

Freitas Filho, G. A. de, Lopes, D. M. de A., Guimarães, M. H. D., Ribeiro, W. M. F., Mendes, E. T. B., Maciel, A. C., … Amador, A. E. (2026). MORTALIDADE RELACIONADA AO HIV/AIDS NO BRASIL: TRANSFORMAÇÕES NO PERFIL SOCIODEMOGRÁFICO E PERSISTÊNCIA DAS DESIGUALDADES TERRITORIAIS, 2010–2024. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–12. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29664