A INEFICÁCIA SOCIAL DA REABILITAÇÃO CRIMINAL

Autores/as

  • Cleidson Teixeira Vinhas Universidade Federal de Pelotas- UFPel
  • Vinícius Peter Schneider Universidade Federal de Santa Maria.
  • Clóvis Dilli Centro Universitário Uninter
  • Cristiano Telles Ginar Universidade Federal de Pelotas- UFPel

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i2.933

Palabras clave:

Reabilitação Criminal. Antecedentes Criminais. Estigmatização Social.

Resumen

O presente trabalho tem como objetivo analisar a evolução do Instituto da Reabilitação Criminal até os dias atuais, observando o contexto histórico deste instituto considerado por excelência, em países da Europa e América Latina. Seus pressupostos, aspectos humanos e sociais, e sua real eficácia na reinserção social do indivíduo egresso do sistema carcerário, bem como os que apenas foram submetidos a procedimentos de inquéritos policiais que restaram arquivados. Serão enfocados alguns casos práticos demonstrando a divergência doutrinária e jurisprudencial, quanto à eficácia e utilidade deste instituto no Brasil. As consequências suportadas pelos indivíduos estigmatizados no contexto social, as violações da honra, imagem, privacidade, e presunção de inocência.

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Biografía del autor/a

  • Cleidson Teixeira Vinhas, Universidade Federal de Pelotas- UFPel

    Graduação em Administração de Empresa - Universidade Federal de Pelotas.

  • Vinícius Peter Schneider, Universidade Federal de Santa Maria.

    Graduação em Direito - Universidade Federal de Santa Maria.

  • Clóvis Dilli, Centro Universitário Uninter

    Graduação em Tecnologia de Processos Gerenciais - Centro Universitário Uninter.

  • Cristiano Telles Ginar, Universidade Federal de Pelotas- UFPel

    Graduação em Engenharia de Controle e Automação - Universidade Federal de Pelotas.

Publicado

2021-04-28

Cómo citar

Vinhas, C. T., Schneider, V. P., Dilli, C., & Ginar, C. T. (2021). A INEFICÁCIA SOCIAL DA REABILITAÇÃO CRIMINAL. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 7(2), 952-964. https://doi.org/10.51891/rease.v7i2.933

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