A TERAPIA COGNITIVA-COMPORTAMENTAL NO TRATAMENTO DA BULIMIA NERVOSA

Autores/as

  • Isadora Moreira Bastos Centro Universitário Universidade Redentor
  • Isadora Moreira Bastos Centro Universitário Universidade Redentor
  • Camila Medina Nogueira Moço Centro Universitário Universidade Redentor

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v8i11.7566

Palabras clave:

Terapia Cognitivo-Comportamental. Bulimia Nervosa. Tratamento.

Resumen

A Bulimia Nervosa é considerada como um transtorno alimentar específico desde 1980, com a publicação do DSM-III e pode trazer um impacto significativo na vida do paciente, tanto para o aceitamento do diagnóstico e tanto para o andamento do tratamento. A terapia cognitivo comportamental, vem contribuindo significativamente para a melhora da Bulimia Nervosa, pois ajuda nos sintomas e faz prevenção contra recaídas, regressando para alteração das crenças disfuncionais dos seus pacientes, sendo considerada uma das psicoterapias mais eficazes no tratamento dos transtornos alimentares. O objetivo deste artigo é colocar em evidência a relevância da Terapia Cognitivo-Comportamental no tratamento da Bulimia Nervosa. Foram utilizados artigos indexados nas bases de dados Scielo, Pepsic e livros de psicologia, tendo como período de referência entre os anos de 2000 há 2020. 

1572 2413

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Biografía del autor/a

  • Isadora Moreira Bastos, Centro Universitário Universidade Redentor

    Acadêmica do curso de Psicologia do Centro Universitário Universidade Redentor.

  • Isadora Moreira Bastos, Centro Universitário Universidade Redentor

    Acadêmica do curso de Psicologia do Centro Universitário Universidade Redentor.

  • Camila Medina Nogueira Moço, Centro Universitário Universidade Redentor

    Orientadora e Psicóloga do Centro Universitário Universidade Redentor.

     

Publicado

2022-11-30

Cómo citar

Bastos, I. M., Bastos, I. M., & Moço, C. M. N. (2022). A TERAPIA COGNITIVA-COMPORTAMENTAL NO TRATAMENTO DA BULIMIA NERVOSA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 8(11), 754-769. https://doi.org/10.51891/rease.v8i11.7566

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