TECNOLOGIAS DIGITAIS, INCLUSÃO E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: REFLEXÕES A PARTIR DA LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.28870Palavras-chave:
Educação Inclusiva. Educação Matemática. Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação.Resumo
O presente artigo fundamenta-se na compreensão de que a Educação Inclusiva, articulada às Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC), constitui um importante eixo de transformação das práticas pedagógicas contemporâneas, especialmente no contexto da Educação Matemática. O objetivo principal da pesquisa consiste, portanto, em analisar como a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência — LBI (BRASIL, 2015) estabelece fundamentos e diretrizes voltados à promoção da acessibilidade, da equidade e da inclusão na Educação Matemática, especialmente a partir da utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação. O texto foi desenvolvido a partir de uma abordagem qualitativa, de natureza documental, tendo como corpus de análise a própria LBI. A fundamentação teórica se ampara principalmente nas contribuições teóricas de Moran (2013, 2017), Moran et al. (2001), Ole Skovsmose (2007, 2008, 2015). Assim, o estudo mostra que recursos, como softwares acessíveis, materiais manipuláveis, leitores digitais, aplicativos interativos e tecnologias assistivas potencializam a participação dos estudantes com deficiência, contribuindo para a construção de aprendizagens colaborativas e contextualizadas. A pesquisa traz ainda a ideia de que a consolidação de práticas pedagógicas acessíveis depende não apenas da existência de dispositivos legais, mas de ampla articulação entre políticas públicas e inciativas institucionais.
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