QUANDO A MÁQUINA SUSTENTA A TESE: A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O FUTURO DA ADVOCACIA

Autores

  • Henrique Emanuel Ribeiro Maranguape Centro Universitário Santo Agostinho
  • Sthefany Pilar Santana Costa Centro Universitário Santo Agostinho
  • João Santos da Costa Centro Universitário Santo Agostinho

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v11i11.22211

Palavras-chave:

Inteligência Artificial. Advocacia. Substituição Humana. Ética. Transformação Digital.

Resumo

A pesquisa analisa a substituição da produção humana pela Inteligência Artificial (IA) na advocacia, buscando compreender os impactos jurídicos, éticos e profissionais dessa transformação. O problema central consiste em verificar de que forma a automação de atividades jurídicas pode afetar a qualidade dos serviços, a segurança jurídica e a empregabilidade no setor. O objetivo geral é examinar as implicações da adoção da IA na advocacia brasileira, investigando suas aplicações, os desafios regulatórios e as questões éticas relacionadas. A metodologia adotada é o método dedutivo, fundamentado em pesquisas bibliográficas e documentais que incluem legislações como o Estatuto da Advocacia e a Lei Geral de Proteção de Dados, além de doutrinas e relatórios institucionais. Os resultados indicam que a IA pode otimizar atividades repetitivas, como a elaboração de documentos e análise jurisprudencial, gerando eficiência e redução de custos, mas também levanta riscos associados à ética, à transparência algorítmica e à redução de oportunidades para profissionais em início de carreira. Conclui-se que, embora a IA seja um recurso relevante para a advocacia contemporânea, não substitui integralmente a interpretação crítica, a argumentação jurídica e a sensibilidade humana, reforçando a necessidade de adaptação do perfil profissional do advogado à era digital, bem como de uma regulação adequada que garanta equilíbrio entre inovação e segurança jurídica.

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Biografia do Autor

Henrique Emanuel Ribeiro Maranguape, Centro Universitário Santo Agostinho

Acadêmico do 9º período do curso de Direito. Centro Universitário Santo Agostinho.

Sthefany Pilar Santana Costa, Centro Universitário Santo Agostinho

Acadêmica do 9º período do curso de Direito. Centro Universitário Santo Agostinho.

João Santos da Costa, Centro Universitário Santo Agostinho

Professor e Orientador do Curso de Direito do Centro Universitário Santo Agostinho (UNIFSA).  Mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS em convênio com a o Centro Universitário Santo Agostinho - MINTER (2015). Procurador Municipal de Timon-MA. Especialista em Direito Civil e Processo Civil Faculdade Adelmar Rosado (FAR). Especialista  na Advocacia Cível, Criminal e Trabalhista. Doutor em Ciências Criminais pela PUCRS em parceria com o UNIFSA (DINTER) (2022). 

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Publicado

2025-11-15

Como Citar

Maranguape, H. E. R., Costa, S. P. S., & Costa, J. S. da. (2025). QUANDO A MÁQUINA SUSTENTA A TESE: A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O FUTURO DA ADVOCACIA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 11(11), 4480–4488. https://doi.org/10.51891/rease.v11i11.22211