QUANDO A MÁQUINA SUSTENTA A TESE: A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E O FUTURO DA ADVOCACIA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i11.22211Palabras clave:
Inteligência Artificial. Advocacia. Substituição Humana. Ética. Transformação Digital.Resumen
A pesquisa analisa a substituição da produção humana pela Inteligência Artificial (IA) na advocacia, buscando compreender os impactos jurídicos, éticos e profissionais dessa transformação. O problema central consiste em verificar de que forma a automação de atividades jurídicas pode afetar a qualidade dos serviços, a segurança jurídica e a empregabilidade no setor. O objetivo geral é examinar as implicações da adoção da IA na advocacia brasileira, investigando suas aplicações, os desafios regulatórios e as questões éticas relacionadas. A metodologia adotada é o método dedutivo, fundamentado em pesquisas bibliográficas e documentais que incluem legislações como o Estatuto da Advocacia e a Lei Geral de Proteção de Dados, além de doutrinas e relatórios institucionais. Os resultados indicam que a IA pode otimizar atividades repetitivas, como a elaboração de documentos e análise jurisprudencial, gerando eficiência e redução de custos, mas também levanta riscos associados à ética, à transparência algorítmica e à redução de oportunidades para profissionais em início de carreira. Conclui-se que, embora a IA seja um recurso relevante para a advocacia contemporânea, não substitui integralmente a interpretação crítica, a argumentação jurídica e a sensibilidade humana, reforçando a necessidade de adaptação do perfil profissional do advogado à era digital, bem como de uma regulação adequada que garanta equilíbrio entre inovação e segurança jurídica.
Descargas
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Categorías
Licencia
Atribuição CC BY