SAÚDE MENTAL NO COTIDIANO: INVESTIGANDO A PERSPECTIVA E AS PRÁTICAS DE AUTOCUIDADO DA GERAÇÃO Z
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v11i11.22039Palabras clave:
ConhecimentoResumen
O conceito de saúde mental possui diversas perspectivas e diferentes definições. No recente contexto histórico brasileiro houve diversos retrocessos nas políticas públicas que promovem um estigma sobre esse assunto na sociedade. O presente trabalho tem como objetivo apresentar um projeto de pesquisa empírica, com a proposta de realizar atividades que consistem em entrevistas individuais semi-estruturadas com pessoas da geração Z, visando compreender as percepções sobre o conceito de saúde mental, bem como as práticas de autocuidado e promoção de bem-estar no cotidiano. Nesse processo de atividades extensivas é possível identificar múltiplas perspectivas sobre o conceito de saúde mental e práticas de autocuidado que, muitas vezes, não consideram à totalidade dos fatores necessários para uma prática efetiva na promoção de bem-estar em torno da saúde mental e seus fenômenos psicológicos. Reconhecemos a importância das entrevistas como espaço de diálogo para produção de conhecimento e desenvolvimento de pensamento crítico e reflexivo na sociedade, contribuindo para a promoção da redução do estigma associado a esse conceito, visando à adoção de práticas mais eficientes de autocuidado e promoção do bem-estar coletivo. Por fim, ressalta-se a importância da pesquisa na produção de maior conscientização sobre saúde mental na sociedade.
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