AUTOMEDICAÇÃO E SEUS IMPACTOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO: UMA ABORDAGEM DE SAÚDE COLETIVA

Autores

  • Roberto Kennedy Ferreira da Silva de Queiroz Universidade Federal de Uberlândia image/svg+xml
  • Maria de Lourdes Machado de Resende Neta Universidade Estadual do Piauí image/svg+xml
  • Allyne Kelly Carvalho Farias Faculdade Monte Pascoal
  • Yuri Monteiro de Oliveira Universidade Federal do Delta do Parnaíba image/svg+xml
  • João Victor Oliveira Andrade Faculdade Venda Nova do Imigrante
  • Ruth Micaelly Souza Maia Centro Universitário Tira-dentes

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30001

Palavras-chave:

Saúde Coletiva. Automedicação. Educação em saúde.

Resumo

Esse artigo buscou analisar os impactos da automedicação na saúde da população, considerando os principais fatores associados, riscos e repercussões dessa prática no contexto da Saúde Coletiva. Trata-se de uma revisão integrativa e descritiva sobre a automedicação e seus impactos na saúde, utilizando a estratégia PICO e as bases PubMed, SciELO e BVS. Foram incluídos artigos completos publicados entre 2021 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol, totalizando 210 estudos identificados e 14 selecionados. A pesquisa utilizou dados secundários de acesso público, não envolvendo participantes humanos ou necessidade de aprovação ética. A análise de 14 estudos evidenciou que a automedicação é frequente em diferentes populações e contextos, com prevalências variadas e influenciada por fatores sociais, econômicos e individuais. Os medicamentos mais utilizados incluíram analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos, destacando-se riscos como efeitos adversos, interações, intoxicações e resistência antimicrobiana. Os achados reforçam que a automedicação constitui um importante problema de Saúde Coletiva e requer ações de educação em saúde, orientação profissional e promoção do uso racional de medicamentos. A automedicação mostrou-se frequente e associada a efeitos adversos, interações, intoxicações e uso inadequado de medicamentos, sendo influenciada por fatores sociais, econômicos e pelo acesso aos serviços de saúde.

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Biografia do Autor

  • Roberto Kennedy Ferreira da Silva de Queiroz, Universidade Federal de Uberlândia

    Doutor em saúde pela Universidade Federal de Uberlândia.

  • Maria de Lourdes Machado de Resende Neta, Universidade Estadual do Piauí

    Residente pelo Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pela Universidade Estadual do Piauí.

  • Allyne Kelly Carvalho Farias, Faculdade Monte Pascoal

    Especialista em Hematologia Clínica e Banco de Sangue pela Faculdade Monte Pascoal.

  • Yuri Monteiro de Oliveira, Universidade Federal do Delta do Parnaíba

    Psicólogo pela Universidade Federal do Delta do Parnaíba.

  • João Victor Oliveira Andrade, Faculdade Venda Nova do Imigrante

    Especialista em Unidade de Terapia Intensiva pela Faculdade Venda Nova do Imigrante.

  • Ruth Micaelly Souza Maia, Centro Universitário Tira-dentes

    Graduanda em Enfermagem pelo Centro Universitário Tira-dentes.

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Publicado

2026-09-01

Como Citar

Queiroz, R. K. F. da S. de, Resende Neta, M. de L. M. de, Farias, A. K. C., Oliveira, Y. M. de, Andrade, J. V. O., & Maia, R. M. S. (2026). AUTOMEDICAÇÃO E SEUS IMPACTOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO: UMA ABORDAGEM DE SAÚDE COLETIVA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(9), 1-17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30001