INIQUIDADES NO RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE: COBERTURA DO EXAME CITOPATOLÓGICO E DETERMINANTES SOCIAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26461Palavras-chave:
Disparidade. Exame citopatológico. Iniquidades.Resumo
O câncer de colo de útero é um grave problema de saúde pública no Brasil, podendo ser prevenido por meio do exame citopatológico, apesar das desigualdades persistirem no acesso ao rastreamento. O objetivo deste estudo foi examinar as desigualdades no rastreamento no Sistema Único de Saúde, concentrando-se na cobertura do exame e nos fatores sociais relacionados. Esta é uma revisão de literatura com abordagem qualitativa e descritiva, fundamentada em estudos divulgados entre 2022 e 2026 em repositórios científicos e documentos oficiais. Os resultados mostram que, embora o exame esteja amplamente disponível, sua cobertura ainda é insuficiente e desigual, concentrando-se em certos grupos e excluindo populações vulneráveis. Além de barreiras culturais, como medo e falta de informação, há desigualdades regionais, raciais e socioeconômicas que dificultam a adesão ao rastreamento. O debate destaca deficiências na estrutura do modelo oportunístico implementado no país e a demanda por estratégias mais eficientes. Para reduzir essas desigualdades, é necessário fortalecer a Atenção Primária, implementar um rastreamento organizado e promover ações voltadas à equidade em saúde.
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