PERFIL DE PROCESSAMENTO SENSORIAL DE CRIANÇAS DO PROGRAMA DE VIGILÂNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO ESPAÇO MATERNAR-UEPA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.27167Palavras-chave:
Processamento Sensorial, Terapia Ocupacional, Criança, Desenvolvimento InfantilResumo
Esse artigo buscou analisar o perfil sensorial de crianças de 6 meses a 3 anos, acompanhadas no programa de Vigilância do Desenvolvimento do MATERNAR, utilizando-se do protocolo Infant Sensory Profile 2 (Perfil Sensorial Infantil 2) e o Toddler Sensory Profile (Perfil Sensorial da Criança Pequena) para verificar o padrão de processamento sensorial, dado importante para compreender seu desenvolvimento, visto que, Disfunções de Integração Sensorial impactam diretamente na realização de Atividades de Vida Diária e Atividades Instrumentais de Vida Diária. Diante dos resultados, tem-se que os padrões de processamento sensorial mais comuns foram de esquiva, sensibilidade e observação, pois 23,52% das crianças apresentaram comportamentos “Mais/Muito mais que os outros” nesses padrões. Os sistemas sensoriais mais alterados foram: auditivo (64,7%), tátil-oral (58,82%) e 73,47% vestibular e proprioceptivo. Conclui-se, que mesmo na primeira infância é possível identificar padrões sensoriais atípicos que podem impactar o desenvolvimento infantil, principalmente no que se refere à participação em ocupações e o desempenho na realização de papéis comuns à infância.
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