UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE MENINGITE BACTERIANA NA PEDIATRIA: ABORDAGENS DIAGNÓSTICAS E TERAPÊUTICAS

Autores/as

  • Ana Laura Moterani Irulegui Faculdade de Medicina de Itajubá
  • Ivan Aurélio Fortuna Kalil de Faria UNIGRANRIO
  • Ananda Garcez Teixeira de Campos CEUMA
  • Jerferson Gean Pacheco Pereira CEUMA
  • Kaylla Gabryelle Braga Dantas UNINOVAFAPI
  • João Marinho de Souza Filho CEUMA
  • José Espedito Sousa Alves Barbosa Centro Universitário Unifacid Wyden
  • Anypher Gabrielly Franco Rosa UNINASSAU
  • Isabella Ferreira Saraiva CEUMA
  • Wesley Felipe Venancio Universidade Federal de Pelotas image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v10i8.15236

Palabras clave:

Meningite bacteriana. Pediatria. Diagnóstico. Tratamento. Abordagens terapêuticas.

Resumen

Introdução: A meningite bacteriana é uma inflamação das meninges que pode resultar em graves complicações neurológicas e mortalidade, especialmente em crianças. Essa condição é uma emergência médica que requer diagnóstico e tratamento rápidos para evitar desfechos adversos. Streptococcus pneumoniae, Neisseria meningitidis e Haemophilus influenzae tipo b são os principais patógenos responsáveis pela maioria dos casos em pediatria. Objetivo: O objetivo dessa revisão é explorar as abordagens diagnósticas e terapêuticas na meningite pediátrica. Métodos: Foi realizada uma revisão bibliográfica baseada em estudos publicados entre 2009 e 2024, utilizando as bases de dados PubMed, Scopus e Google Scholar. Os critérios de inclusão abrangeram estudos focados em diagnósticos e terapias aplicáveis à população pediátrica. Resultados e Discussão: O diagnóstico rápido é crucial devido à progressão rápida da meningite bacteriana. A punção lombar, permitindo a análise do líquido cefalorraquidiano (LCR), continua sendo o método diagnóstico padrão, complementado por técnicas moleculares como PCR, que melhoram a acurácia diagnóstica. O tratamento empírico imediato com antibióticos de amplo espectro é essencial até a confirmação etiológica. Além disso, as vacinas conjugadas têm reduzido significativamente a incidência da meningite bacteriana, embora a vigilância contínua e a adaptação das estratégias de vacinação sejam necessárias para manter a eficácia preventiva. Conclusão: A meningite bacteriana é uma emergência pediátrica crítica que requer diagnósticos precisos e tratamentos rápidos. As vacinas continuam a desempenhar um papel vital na prevenção, mas a vigilância contínua e o desenvolvimento de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas são fundamentais para reduzir a carga da doença.

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Biografía del autor/a

  • Ana Laura Moterani Irulegui, Faculdade de Medicina de Itajubá

    Graduanda em medicina pela Faculdade de Medicina de Itajubá (FMIT).

  • Ivan Aurélio Fortuna Kalil de Faria, UNIGRANRIO

    Graduando em medicina pela UNIGRANRIO - RJ.

  • Ananda Garcez Teixeira de Campos, CEUMA

    Graduanda em medicina pela Universidade CEUMA.

  • Jerferson Gean Pacheco Pereira, CEUMA

    Graduando em medicina pela Universidade CEUMA.

  • Kaylla Gabryelle Braga Dantas, UNINOVAFAPI

    Graduanda em medicina pelo Centro Universitário UNINOVAFAPI.

  • João Marinho de Souza Filho, CEUMA

    Graduando em medicina pela Universidade CEUMA. 

  • José Espedito Sousa Alves Barbosa, Centro Universitário Unifacid Wyden

    Graduado em medicina pelo Centro Universitário Unifacid Wyden. 

  • Anypher Gabrielly Franco Rosa, UNINASSAU

    Graduanda em medicina pela UNINASSAU COCOAL.

  • Isabella Ferreira Saraiva, CEUMA

    Graduada em medicina pela Universidade CEUMA. 

  • Wesley Felipe Venancio, Universidade Federal de Pelotas

    Graduado em medicina pela Universidade Federal de Pelotas.

Publicado

2024-08-15

Cómo citar

Irulegui, A. L. M., Faria, I. A. F. K. de, Campos, A. G. T. de, Pereira, J. G. P., Dantas, K. G. B., Souza Filho, J. M. de, Barbosa, J. E. S. A., Rosa, A. G. F., Saraiva, I. F., & Venancio, W. F. (2024). UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE MENINGITE BACTERIANA NA PEDIATRIA: ABORDAGENS DIAGNÓSTICAS E TERAPÊUTICAS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 10(8), 1753-1760. https://doi.org/10.51891/rease.v10i8.15236

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