INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DE DOENÇAS CRÔNICAS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

Autores

  • José Fernandes da Silva Cardoso Faculdade de Ciências Médicas de Jaboatão
  • Mariana Paiva Braga Martins Universidade Federal do Maranhão
  • Ivan Aurélio Fortuna Kalil de Faria UNIGRANRIO
  • Daniel Mendes Lira Lobo Centro Universitário Alfredo Nasser
  • Tainan Gomes Ferreira Universidade Nove de Julho
  • Thayanne Mayara Rocha Lima Ferreira Universidade Nove de Julho
  • Osmar Pereira Evangelista Filho Centro Universitário Alfredo Nasser
  • Pedro Enrique Guardia UNITAU
  • Thiago Antunes Piazza Universidade São Francisco
  • Carolina Garcia Forghieri Universidade São Francisco

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v10i12.17626

Palavras-chave:

Artificial intelligence. Early diagnosis. Chronic diseases.

Resumo

O diagnóstico precoce de doenças crônicas é essencial para a redução de morbimortalidade e custos associados ao tratamento. A inteligência artificial (IA) tem emergido como uma ferramenta promissora nesse contexto, ao oferecer modelos preditivos e algoritmos capazes de analisar grandes volumes de dados com rapidez e precisão. Este estudo teve como objetivo identificar e discutir os principais desafios e perspectivas relacionados à aplicação de IA no diagnóstico precoce de doenças crônicas. Foi conduzida uma revisão integrativa da literatura em bases de dados relevantes, com foco em artigos publicados entre 2018 e 2023. Os resultados apontaram para avanços significativos na capacidade da IA em integrar dados heterogêneos, como imagens médicas e informações clínicas, favorecendo diagnósticos mais precisos. No entanto, limitações relacionadas à qualidade dos dados, viés algorítmico, e desafios éticos e regulatórios ainda representam barreiras à implementação em larga escala. Conclui-se que, embora a IA tenha um potencial transformador no diagnóstico de doenças crônicas, sua aplicação efetiva requer abordagens multidisciplinares, investimentos em infraestrutura tecnológica e a criação de regulamentações robustas que garantam segurança e eficácia.

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Biografia do Autor

José Fernandes da Silva Cardoso, Faculdade de Ciências Médicas de Jaboatão

Faculdade de Ciências Médicas de Jaboatão.

Mariana Paiva Braga Martins, Universidade Federal do Maranhão

Universidade Federal do Maranhão.

Ivan Aurélio Fortuna Kalil de Faria, UNIGRANRIO

UNIGRANRIO.

Daniel Mendes Lira Lobo, Centro Universitário Alfredo Nasser

Centro Universitário Alfredo Nasser.

Tainan Gomes Ferreira, Universidade Nove de Julho

Universidade Nove de Julho.

Thayanne Mayara Rocha Lima Ferreira, Universidade Nove de Julho

Universidade Nove de Julho.

Osmar Pereira Evangelista Filho, Centro Universitário Alfredo Nasser

Centro Universitário Alfredo Nasser.

Pedro Enrique Guardia, UNITAU

UNITAU.

Thiago Antunes Piazza, Universidade São Francisco

Universidade São Francisco.

Carolina Garcia Forghieri, Universidade São Francisco

Universidade São Francisco.

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Publicado

2024-12-13

Como Citar

Cardoso, J. F. da S., Martins, M. P. B., Faria, I. A. F. K. de, Lobo, D. M. L., Ferreira, T. G., Ferreira, T. M. R. L., … Forghieri, C. G. (2024). INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO DIAGNÓSTICO PRECOCE DE DOENÇAS CRÔNICAS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 10(12), 2451–2461. https://doi.org/10.51891/rease.v10i12.17626