A EDUCAÇÃO INTEGRAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UMA ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS BRASILEIRAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31553Palavras-chave:
Educação Integral, Educação em tempo integral, Educação InclusivaResumo
Esse artigo buscou analisar, por meio de uma revisão de literatura, como as políticas públicas brasileiras articulam a Educação Integral aos princípios da Educação Inclusiva, considerando os avanços alcançados, os desafios encontrados e as possibilidades de organização escolar mais equitativas. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza bibliográfica, fundamentada na análise de livros, artigos científicos, legislações e documentos oficiais que abordam a temática. Os estudos analisados evidenciam que a Educação Integral não deve ser compreendida apenas como ampliação da jornada escolar, mas como uma proposta de formação humana que considera o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e cultural dos estudantes. Da mesma forma, a Educação Inclusiva pressupõe a construção de práticas pedagógicas capazes de garantir acesso, permanência, participação e aprendizagem, respeitando as diferenças e as necessidades individuais que demandam flexibilização e adaptações curriculares, principalmente na Escola em Tempo Integral. A análise das políticas públicas demonstra que, embora o Brasil possua uma legislação consistente em defesa da inclusão, ainda existem lacunas entre os princípios legais e a realidade das escolas. Assim, torna-se necessário fortalecer a articulação entre escola, família e serviços de saúde, bem como investir na formação dos profissionais da educação.
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