INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA E A (DES)REGULAÇÃO EMOCIONAL EM ADOLESCENTES: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29711Palavras-chave:
Inteligência Artificial Generativa. Adolescentes. Regulação Emocional.Resumo
O presente trabalho aborda os achados sobre o uso de inteligência artificial (IA) generativa e a (des)regulação emocional em adolescentes, a fim de investigar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, evidências de impacto relacionadas a esse tema. Para a coleta de dados, foram consultadas bases de dados reconhecidas internacionalmente, como PubMed, SciELO, Cochrane e a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), que inclui acervos relevantes como LILACS e MEDLINE, considerando artigos publicados entre 2021 e 2026. Para a busca nas bases, foram utilizados descritores localizados no DeCS/MESH, respeitando-se os critérios de inclusão estabelecidos para a seleção dos estudos. Os resultados evidenciaram que o uso de IA generativa está relacionado a fatores contextuais demográficos, culturais, econômicos e sociais nos quais os adolescentes estão inseridos, sendo que, em alguns casos, essa interação pode apresentar efeitos positivos e contribuir para a saúde mental. No entanto, também foram observados aspectos como a confiança atribuída à IA ou às intervenções por ela mediadas, os quais podem representar fatores de preocupação entre adolescentes em relação ao uso dessas tecnologias e seus possíveis impactos futuros. Conclui-se, dessa forma, a importância de profissionais capacitados para a oferta de cuidados em saúde mental, bem como da atenção ao uso da IA generativa nesse contexto, a fim de evitar riscos e possíveis impactos negativos no desenvolvimento emocional dos adolescentes.
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