ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO OBSTETRA NA SÍFILIS GESTACIONAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA

Autores

  • Ayla Yagnes Del Rei Azevedo UNIG
  • Beatriz dos Santos Mello UNIG
  • Kalaomi Teodoro Bonatelli de Biaz UNIG
  • Lourdes Maria Campos UNIG
  • Enimar de Paula UNIG
  • Wanderson Alves Ribeiro UNIG

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v3i01.28315

Palavras-chave:

Atenção Primária à Saúde. Enfermagem Obstétrica. Sífilis Gestacional.

Resumo

Introdução: A sífilis gestacional representa um importante problema de saúde pública devido aos elevados índices de transmissão vertical e às complicações materno-infantis associadas. A infecção, causada pela bactéria Treponema pallidum, pode provocar aborto espontâneo, prematuridade, natimortalidade e sífilis congênita quando não diagnosticada e tratada adequadamente durante o pré-natal. Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde desempenha papel essencial na prevenção, diagnóstico precoce e acompanhamento das gestantes, destacando-se a atuação do enfermeiro obstetra na assistência integral e humanizada. Objetivo: Descrever a atuação do enfermeiro obstetra no diagnóstico e tratamento da sífilis gestacional na Unidade Básica de Saúde, evidenciando sua importância na prevenção da transmissão vertical e na promoção da saúde materno-infantil. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem qualitativa, realizado por meio de levantamento bibliográfico em bases de dados científicas, utilizando artigos publicados entre os anos de 2020 e 2025. Foram selecionadas produções relacionadas à assistência de enfermagem, sífilis gestacional e atenção primária à saúde. Análise e discussão dos resultados: Os resultados demonstraram que o enfermeiro obstetra possui papel fundamental na realização de testes rápidos, acompanhamento pré-natal, administração da penicilina benzatina, orientação às gestantes e educação em saúde. Entre os principais desafios identificados estão a baixa adesão do parceiro ao tratamento, vulnerabilidade social, baixa escolaridade e dificuldades estruturais das unidades de saúde. Como fatores facilitadores destacam-se o vínculo estabelecido entre profissional e gestante, a capacitação contínua da equipe e as estratégias educativas voltadas à prevenção e ao tratamento adequado. Conclusão: Conclui-se que a atuação do enfermeiro obstetra é indispensável no enfrentamento da sífilis gestacional, contribuindo para o diagnóstico precoce, adesão ao tratamento e redução da transmissão vertical. A assistência qualificada e humanizada fortalece o cuidado integral à gestante e promove melhores desfechos materno-infantis.

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Biografia do Autor

Ayla Yagnes Del Rei Azevedo, UNIG

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu. 

Beatriz dos Santos Mello, UNIG

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu. 

Kalaomi Teodoro Bonatelli de Biaz, UNIG

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu. 

Lourdes Maria Campos, UNIG

Enfermeira. Pós-graduanda em Enfermagem em Obstetrícia pela Universidade Iguaçu.

Enimar de Paula, UNIG

Enfermeiro. Mestre em Saúde Materno-Infantil Faculdade de Medicina - Universidade Federal Fluminense – UFF. Docente do curso de Graduação em Enfermagem da UNIG. Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Enfermagem em Obstetrícia da Universidade Iguaçu. 

Wanderson Alves Ribeiro, UNIG

Enfermeiro. Mestre, Doutor e Pós-doutorado pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF; Docente do Curso de Graduação em Enfermagem e Pós-graduação em Enfermagem em Obstetrícia. 

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Publicado

2026-07-21

Como Citar

Azevedo, A. Y. D. R., Mello, B. dos S., Biaz, K. T. B. de, Campos, L. M., Paula, E. de, & Ribeiro, W. A. (2026). ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO OBSTETRA NA SÍFILIS GESTACIONAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 3(01), 1–20. https://doi.org/10.51891/rease.v3i01.28315