POTENCIAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS FAVORECIDAS PELO APRAZAMENTO REALIZADO POR ENFERMEIROS: REVISÃO NARRATIVA

Autores

  • Jaqueline Carrara Folly Valente Universidade de Vassouras
  • Rafael Machado de Souza UNIGRANRIO
  • Rosilene Abrahão de Freitas de Souza Universidade Bezerra de Araújo
  • Jessé Cabral Nunes Conceição UNIFADESA
  • Priscila Guilherme de Jesus Faculdade Venda Nova do Imigrante
  • Alexandre Maslinkiewicz FIOCRUZ
  • Yuri da Silva Maciel Centro Universitário Aparício Carvalho
  • Itamar dos Santos Fonseca UNITINS
  • Evilda Rodrigues de Lima Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Benedita Luana Cardoso de Sousa Uniamérica
  • Ana Clara Matos Loiola Universidade Federal do Amapá
  • Adriano Nogueira da Cruz UEMA-CESC
  • Lorenna Barata Gurgel Dutra Universidade Federal do Rio Grande do Norte

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.25652

Palavras-chave:

Segurança do Paciente. Interações de Medicamentos. Erros de Medicação. Enfermagem.

Resumo

A segurança do paciente constitui eixo central na qualidade da assistência em saúde, sendo os erros relacionados à medicação uma das principais causas de danos evitáveis em nível global. O aprazamento de medicamentos, atribuição privativa do enfermeiro, representa etapa estratégica do processo medicamentoso, podendo atuar tanto como barreira quanto como fator facilitador de eventos adversos. O presente estudo teve como objetivo analisar criticamente as evidências científicas acerca das potenciais interações medicamentosas associadas ao aprazamento realizado por enfermeiros e suas implicações para a segurança do paciente. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, de abordagem qualitativa e caráter analítico-reflexivo, fundamentada em publicações nacionais e internacionais e documentos normativos relacionados à segurança do paciente e interações medicamentosas. A análise temática evidenciou que a padronização institucional de horários, associada à polifarmácia e à complexidade farmacoterapêutica, pode favorecer sobreposição medicamentosa e aumentar o risco de eventos adversos. Destaca-se o papel clínico e ético do enfermeiro na avaliação crítica da prescrição e na definição individualizada dos horários de administração. Conclui-se que o aprazamento deve ser compreendido como decisão clínica fundamentada e integrada à cultura de segurança, sendo necessárias estratégias institucionais de educação permanente e revisão de rotinas assistenciais para mitigação de riscos.

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Biografia do Autor

Jaqueline Carrara Folly Valente, Universidade de Vassouras

Mestrado em Ciências Aplicadas em Saúde, Universidade de Vassouras - RJ. 

Rafael Machado de Souza, UNIGRANRIO

Graduando em Medicina, Afya – UNIGRANRIO. 

Rosilene Abrahão de Freitas de Souza, Universidade Bezerra de Araújo

Pós-graduação em Farmácia clínica e Hospitalar, Universidade Bezerra de Araújo. 

Jessé Cabral Nunes Conceição, UNIFADESA

Graduando em Enfermagem, UNIFADESA. 

Priscila Guilherme de Jesus, Faculdade Venda Nova do Imigrante

Pós-graduação em enfermagem pediátrica e neonatal, Faculdade Venda Nova do Imigrante. 

Alexandre Maslinkiewicz, FIOCRUZ

Pós-graduação em Vigilância e Cuidado em Saúde no Enfrentamento da COVID-19 e outras Doenças, FIOCRUZ.

 

Yuri da Silva Maciel, Centro Universitário Aparício Carvalho

Graduando em Enfermagem, Centro Universitário Aparício Carvalho. 

Itamar dos Santos Fonseca, UNITINS

Pós-graduação em Gestão Pública, Universidade Estadual do Tocantins - UNITINS. 

Evilda Rodrigues de Lima, Universidade Federal Rural de Pernambuco

Doutorado em Ciência Veterinária, Universidade Federal Rural de Pernambuco. 

Benedita Luana Cardoso de Sousa, Uniamérica

Pós-graduação em Enfermagem do trabalho, Centro Universitário União das Américas Descomplica, Uniamérica, Brasil. 

Ana Clara Matos Loiola, Universidade Federal do Amapá

Graduada em Farmácia, Universidade Federal do Amapá. 

Adriano Nogueira da Cruz, UEMA-CESC

Graduado em Enfermagem, UEMA-CESC. 

Lorenna Barata Gurgel Dutra, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Graduada em Enfermagem, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

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Publicado

2026-05-07

Como Citar

Valente, J. C. F., Souza, R. M. de, Souza, R. A. de F. de, Conceição, J. C. N., Jesus, P. G. de, Maslinkiewicz, A., … Dutra, L. B. G. (2026). POTENCIAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS FAVORECIDAS PELO APRAZAMENTO REALIZADO POR ENFERMEIROS: REVISÃO NARRATIVA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(5), 1–18. https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.25652