IMPACTO DO ATENDIMENTO PRECOCE NAS TAXAS DE MORBIMORTALIDADE POR TRAUMA CRÂNIO ENCEFÁLICO (TCE) EM CASCAVEL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25506Palavras-chave:
trauma cranioencefálico. Morbimortalidade. tratamento precoce. Protocolos.Resumo
Esse artigo buscou avaliar o impacto do atendimento precoce nas taxas de morbimortalidade por traumatismo cranioencefálico (TCE) em Cascavel, correlacionando as variáveis clínicas e sociodemográficas com os desfechos observados, visto que o TCE constitui uma das principais causas de morbimortalidade globalmente, e seu prognóstico depende diretamente da rapidez e da eficácia no atendimento inicial ao trauma. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, documental e retrospectiva, baseada na análise de prontuários eletrônicos de pacientes com diagnóstico de TCE atendidos no Hospital São Lucas entre 2015 e 2025, onde foi analisado uma amostra de 100 prontuários em profundidade, revelando no total 16 casos de morbimortalidade — predominando homens e idosos. A análise estatística demonstrou correlação negativa moderada entre o escore de Glasgow e a morbimortalidade, e correlação positiva com a idade, reafirmando dados da literatura. Embora a relação entre tempo de atendimento e desfecho tenha apresentado resultado inesperado, os achados reforçam a relevância do atendimento precoce e do registro padronizado das informações clínicas. Assim, conclui-se que a agilidade e qualidade no manejo inicial do TCE são determinantes para reduzir complicações e óbitos, destacando a necessidade de protocolos mais efetivos e de uma capacitação mais contínua das equipes de saúde e emergência.
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