PESQUINSUMOS: PRODUÇÃO DE BIOINSUMOS A PARTIR DE RESÍDUOS DE TAMBAQUI (Colossoma macropomum) EM ITAITUBA, PARÁ, BRASIL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.25375Palavras-chave:
Aproveitamento integral. Bioeconomia. Peixes amazônicos.Resumo
Este artigo teve como objetivo a elaboração de bioinsumos a partir de resíduos de tambaqui (Colossoma macropomum), coletados em feiras livres de Itaituba/Pará. Foram elaborados biofertilizante líquido e silagem biológica, no laboratório multidisciplinar do Instituto Federal do Pará, campus Itaituba, para o biofertilizante foram utilizados resíduos de peixe, misturados ao vinagre de álcool e açúcar mascavo, sendo preservados em embalagem fechada, por 28 dias para fermentação, em local protegido de intempéries. Para a silagem biológica foram utilizados repolho, abacaxi, farinha de trigo, sal de cozinha, vinagre e fermento biológico para o preparo do fermento e a mistura também foi preservada em ambiente protegido, por 20 dias, para fermentação. Após esse período, foram acrescentados à mistura, os resíduos de pescado e o recipiente foi lacrado novamente, para mais 15 dias de fermentação. Após, o período de fermentação de ambos os produtos, foram obtidos um biofertilizante líquido e uma silagem biológica apresentando bom aspecto visual, com aparência saudável, sem odor desagradável. Em seguida, foram armazenados em freezer para posterior utilização. Portanto, o estudo oportunizou um novo nicho de mercado em Itaituba, aprimorando técnicas de empreendedorismo rural, promovendo educação ambiental e sustentabilidade na piscicultura, por meio do aproveitamento integral dos resíduos de pescado.
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