SAÚDE MENTAL DA ENFERMAGEM EM UTI: FATORES DE RISCO E ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO

Autores

  • Caio Alves Barbosa de Oliveira FANORTE
  • Aline Barbosa Lima Costa FANORTE
  • Beatriz Miranda Araújo FANORTE
  • Caroline dos Santos Tomaz FANORTE

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v11i11.21450

Palavras-chave:

Enfermagem. Saúde mental. Unidade de Terapia Intensiva. Burnout. Estratégias de enfrentamento.

Resumo

A saúde mental dos profissionais de enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) tem se tornado um tema de crescente relevância no contexto hospitalar contemporâneo, especialmente diante das demandas físicas e emocionais intensas impostas por esse ambiente. O cenário de alta complexidade, a responsabilidade constante sobre a vida dos pacientes e a exposição contínua a situações de sofrimento e morte tornam os profissionais suscetíveis ao adoecimento psíquico. Objetivo: Analisar os fatores de risco associados ao comprometimento da saúde mental dos profissionais de enfermagem que atuam em UTIs e identificar as estratégias de enfrentamento utilizadas para lidar com essas condições. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, desenvolvida por meio de uma revisão integrativa da literatura. A busca foi realizada nas bases SciELO, BVS e Oasisbr, abrangendo artigos publicados entre 2015 e 2025, em língua portuguesa e com texto completo disponível. Foram aplicados critérios de inclusão e exclusão conforme a relevância temática, resultando em uma amostra final de 11 estudos, selecionados a partir de uma triagem inicial de 122 artigos. Resultados: Os achados indicam que os profissionais de enfermagem atuantes em UTIs estão expostos a múltiplos fatores de risco psicossociais, como sobrecarga de trabalho, exigências técnicas e emocionais elevadas, conflitos hierárquicos e acúmulo de funções. Essas condições favorecem o desenvolvimento de transtornos como síndrome de burnout, ansiedade e depressão. As estratégias de enfrentamento mais eficazes incluem o fortalecimento do suporte social entre colegas e lideranças, a adoção de hábitos de vida saudáveis, o acompanhamento psicológico e o desenvolvimento da resiliência profissional. Conclusão: Conclui-se que a implementação de políticas institucionais voltadas à promoção da saúde mental, aliada a estratégias individuais e coletivas de enfrentamento, é essencial para o bem-estar dos profissionais e para a manutenção da qualidade da assistência prestada nas UTIs. Contribuições do estudo: O trabalho reforça a importância da valorização da saúde mental dos profissionais de enfermagem e contribui para o desenvolvimento de práticas de gestão mais humanizadas e sustentáveis no ambiente hospitalar.

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Biografia do Autor

Caio Alves Barbosa de Oliveira, FANORTE

Especialista em Unidade de Terapia Intensiva Adulto,FANORTE - instituição de ensino superior de Cacoal. ⁠

Aline Barbosa Lima Costa, FANORTE

Acadêmica de enfermagem, Fanorte- instituição de ensino, superior de Cacoal. ⁠

Beatriz Miranda Araújo, FANORTE

Fanorte - instituição de ensino superior de cacoal.

Caroline dos Santos Tomaz, FANORTE

Fanorte - instituição de ensino superior de cacoal.

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Publicado

2025-11-17

Como Citar

Oliveira, C. A. B. de, Costa, A. B. L., Araújo, B. M., & Tomaz, C. dos S. (2025). SAÚDE MENTAL DA ENFERMAGEM EM UTI: FATORES DE RISCO E ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 11(11), 4933–4945. https://doi.org/10.51891/rease.v11i11.21450