SAÚDE MENTAL NO EXERCÍCIO DA ADVOCACIA E PERFORMANCE PROFISSIONAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28230Palabras clave:
Saúde mental. Exercício da advocacia. Estresse ocupacional. Burnout. Desempenho profissional.Resumen
A advocacia, enquanto atividade essencial à administração da justiça, tem sido marcada por crescentes exigências profissionais que impactam diretamente a saúde mental dos seus praticantes. O ambiente jurídico, caracterizado por prazos rigorosos, alta carga de trabalho e pressão por resultados, tem sido associado ao aumento de quadros de estresse, ansiedade, depressão e síndrome de burnout, conforme apontado na literatura especializada. O presente artigo tem como objetivo analisar os impactos do adoecimento mental na performance profissional e na conduta ética dos advogados, bem como discutir estratégias de promoção da saúde mental no exercício da advocacia. A pesquisa adota abordagem qualitativa, com base em revisão bibliográfica de artigos científicos, legislações e documentos institucionais publicados entre 2018 e 2025. Os resultados indicam que o cuidado com a saúde mental é elemento fundamental para a atuação jurídica eficiente, ética e sustentável, evidenciando a necessidade de políticas institucionais e práticas de autocuidado no âmbito da profissão.
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