A INEFICÁCIA DAS MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS E O AGRAVAMENTO DA CRIMINALIDADE DOS ADOLESCENTES SOB A ÓTICA PENAL

Autores/as

  • Emili Pinto Fernandes CESUPI
  • Taiana Levinne Carneiro Cordeiro CESUPI

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26898

Palabras clave:

Medidas socioeducativas. Criminalidade juvenil. Reincidência. Ressocialização. SINASE.

Resumen

O presente trabalho analisa a ineficácia das medidas socioeducativas no Brasil e sua relação com o aumento da criminalidade juvenil sob a ótica penal. Embora o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo tenham sido criados com a finalidade de promover a ressocialização de adolescentes em conflito com a lei, a realidade demonstra que muitos jovens retornam à prática de atos infracionais após o cumprimento das medidas. A pesquisa busca compreender quais fatores contribuem para essa ineficácia, analisando questões estruturais, sociais e institucionais que dificultam a efetividade do sistema socioeducativo. O estudo adota metodologia qualitativa, com abordagem bibliográfica e documental, fundamentada em legislações, doutrinas, artigos científicos e estudos relacionados à criminalidade juvenil e ressocialização. Conclui-se que a ausência de políticas públicas efetivas, a precariedade estrutural das unidades socioeducativas e a falta de acompanhamento após o cumprimento das medidas contribuem diretamente para a reincidência juvenil.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Emili Pinto Fernandes, CESUPI

Graduanda em Direito pela Faculdade de Ilhéus – CESUPI.

Taiana Levinne Carneiro Cordeiro, CESUPI

Orientadora: Professora do Curso de Direito da Faculdade de Ilhéus – CESUPI.
Advogada Especialista em Penal e Processo Penal.  

Publicado

2026-05-19

Cómo citar

Fernandes, E. P., & Cordeiro, T. L. C. (2026). A INEFICÁCIA DAS MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS E O AGRAVAMENTO DA CRIMINALIDADE DOS ADOLESCENTES SOB A ÓTICA PENAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(5), 1–14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26898