PROTOCOLOS DE SOBREVIVÊNCIA EM AMBIENTES AUSTEROS: O MNEMÔNICO MARCH COMO FERRAMENTA DE PRESERVAÇÃO DA VIDA NA REGIÃO AMAZÔNICA

Autores/as

  • Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior Universidade estadual do amazonas
  • Alefy Moreira Fernandes Universidade do Estado do Amazonas
  • Matheus Dantas de Oliveira Universidade do Estado do Amazonas
  • Denison Melo de Aguiar UniSalento https://orcid.org/0000-0001-5903-4203
  • Flávio Humberto Pascarelli Lopes UniSalento
  • Bruno Patrício de Azevedo Campos UNILASSALE https://orcid.org/0009-0007-4983-6246

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26518

Palabras clave:

Atendimento Pré-Hospitalar Tático. Protocolo MARCH. Polícia Militar do Amazonas. Sobrevivência. Torniquete.

Resumen

O presente artigo analisa a implementação do Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APH Tático) na tropa ordinária da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), focando na eficácia do mnemônico MARCH como estratégia fundamental de sobrevivência em ambientes austeros. O objeto de pesquisa centra-se na vulnerabilidade do policial de radiopatrulha diante de traumas em zonas de conflito. O objetivo central é avaliar como a capacitação técnica e o uso de torniquetes mitigam a mortalidade evitável, preenchendo o "hiato de cuidado" em áreas de risco. A metodologia consistiu numa revisão bibliográfica integrativa e exploratória, fundamentada em literatura especializada recente e normas da ABNT. Os resultados demonstram que a adoção do protocolo MARCH aumenta exponencialmente a sobrevida ao priorizar o controle de hemorragias massivas, conferindo ainda segurança jurídica ao operador através do instituto do arrependimento eficaz. As considerações finais reforçam que a institucionalização do APH Tático e a dotação de kits individuais são medidas imperativas para a modernização da segurança pública e a preservação da vida na região amazónica.

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Biografía del autor/a

Carlos Augusto Pereira dos Santos Júnior, Universidade estadual do amazonas

Especialista em Ciências Criminais pela Universidade Cândido Mendes. Especialista em Segurança Pública pela Faculdade Metropolitana de São Paulo (FAMEESP). Bacharel em Direito pelo Instituto Camilo Filho. Cadete da Polícia Militar do Amazonas e Bacharelando em Segurança Pública e Cidadania pela Universidade Estadual do Amazonas (UEA). 

Alefy Moreira Fernandes, Universidade do Estado do Amazonas

Especialista em Direito Penal e Processual Penal pela (UNINA). Especialista em Segurança Pública pela (UNINA). Tecnólogo em Gestão Pública pela Universidade Estácio de Sá. Cadete da Polícia militar do Amazonas e bacharelando em Segurança Pública e Cidadania na Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Matheus Dantas de Oliveira, Universidade do Estado do Amazonas

Especialista em Segurança Pública pela Faculdade Focus. Bacharel em jornalismo, pela Unifavip Devry. Cadete da Polícia militar do Amazonas e bacharelando em Segurança Pública e Cidadania na Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

Denison Melo de Aguiar, UniSalento

Pós-Doutor UniSalento (Itália-2024), Doutor em Direito. Doutor em Direito pelo Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (PPGD/ UFMG). Mestre em Direito Ambiental pelo Programa de Pós- Graduação em Direito Ambiental da Universidade do Estado do Amazonas (PPGDA/ UEA). Advogado. Graduado em Direito pela Universidade da Amazônia (UNAMA/PA). Professor de ensino superior do curso de Direito da UEA. Professor da Academia de Polícia Militar do Amazonas (APM-PMAM). Professor de ensino superior do Centro Universitário de Ensino Superior do Amazonas (CIESA). Coordenador da Clínica de Mecanismos de soluções de Conflitos (MArbiC/UEA). Coordenador da Clínica de Direito e Cidadania LGBTI (CLGBTI/UEA). Coordenador da Clínica de Direito dos Animais (YINUAKA-UEA). Editor-chefe da Revista Equidade. Integrante do Grupo de pesquisa Desafios do Acesso aos Direitos Humanos no Contexto Amazônico da Escola Superior da magistratura do Amazonas (ESMAM). Professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Segurança Pública, cidadania e Direitos Humanos (PPGSP/UEA). 

Flávio Humberto Pascarelli Lopes, UniSalento

Pós-Doutor em Direito pela UniSalento. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Amazonas. Mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Fortaleza. Diretor da Escola Superior da Magistratura do Amazonas. Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas.

Bruno Patrício de Azevedo Campos, UNILASSALE

Especialista em Docência do Ensino Superior pela Faculdade La Salle de Manaus – UNILASSALE, E em MBA em Gestão Estratégica da Administração Pública pela Faculdade Descomplica – DESCOMPLICA. Graduado em Direito pela Escola Superior Batista do Amazonas – ESBAM. Chefe do Estado Maior Geral e Coronel da Polícia Militar do Amazonas – PMAM.   

Publicado

2026-06-05

Cómo citar

Santos Júnior, C. A. P. dos, Fernandes, A. M., Oliveira, M. D. de, Aguiar, D. M. de, Lopes, F. H. P., & Campos, B. P. de A. (2026). PROTOCOLOS DE SOBREVIVÊNCIA EM AMBIENTES AUSTEROS: O MNEMÔNICO MARCH COMO FERRAMENTA DE PRESERVAÇÃO DA VIDA NA REGIÃO AMAZÔNICA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–18. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26518