PROTOCOLOS DE SOBREVIVÊNCIA EM AMBIENTES AUSTEROS: O MNEMÔNICO MARCH COMO FERRAMENTA DE PRESERVAÇÃO DA VIDA NA REGIÃO AMAZÔNICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.26518Palabras clave:
Atendimento Pré-Hospitalar Tático. Protocolo MARCH. Polícia Militar do Amazonas. Sobrevivência. Torniquete.Resumen
O presente artigo analisa a implementação do Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APH Tático) na tropa ordinária da Polícia Militar do Amazonas (PMAM), focando na eficácia do mnemônico MARCH como estratégia fundamental de sobrevivência em ambientes austeros. O objeto de pesquisa centra-se na vulnerabilidade do policial de radiopatrulha diante de traumas em zonas de conflito. O objetivo central é avaliar como a capacitação técnica e o uso de torniquetes mitigam a mortalidade evitável, preenchendo o "hiato de cuidado" em áreas de risco. A metodologia consistiu numa revisão bibliográfica integrativa e exploratória, fundamentada em literatura especializada recente e normas da ABNT. Os resultados demonstram que a adoção do protocolo MARCH aumenta exponencialmente a sobrevida ao priorizar o controle de hemorragias massivas, conferindo ainda segurança jurídica ao operador através do instituto do arrependimento eficaz. As considerações finais reforçam que a institucionalização do APH Tático e a dotação de kits individuais são medidas imperativas para a modernização da segurança pública e a preservação da vida na região amazónica.
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