PRESERVAÇÃO DA BARREIRA CUTÂNEA NA ABORDAGEM TERAPÊUTICA DO MELASMA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25135Palavras-chave:
Melasma. Tratamento. Barreira Epidérmica.Resumo
realizar uma revisão baseada em evidências das intervenções disponíveis para o tratamento melasma que, para além da despigmentação, consideram a restauração do microambiente cutâneo e a preservação da barreira epidérmica como componentes centrais da abordagem terapêutica. Para tanto, considerou-se pertinente a realização de uma revisão integrativa da literatura, por meio de buscas de artigos indexados nas bases de dados MEDLINE, LILACS e SciELO. Os achados na literatura demonstraram que o melasma não constitui somente uma desordem de pigmentação, por estarem envolvidas na sua patogênese alterações funcionais do microambiente cutâneo, principalmente relacionadas à integridade da barreira epidérmica. Com isso, o foco do tratamento exclusivamente despigmentante muda para uma abordagem focada na restauração do microambiente cutâneo e na estabilidade funcional do estrato córneo, o que vem se mostrando imprescindível para melhorar os resultados clínicos e reduzir recidivas. Nesse sentido, são propostas terapêuticas que promovem a reparação da matriz lipídica do estrato córneo, como, por exemplo, a aplicação de formulações contendo ceramidas, colesterol e ácidos graxos essenciais. Adicionalmente, são indicadas a fotoproteção rigorosa e o paradigma de preservar a integridade da barreira epidérmica, por meio do uso de agentes terapêuticos com menor potencial irritativo como o ácido tranexâmico, cuja eficácia tem sido demonstrada.
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