ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA INCIDÊNCIA DE SÍFILIS CONGÊNITA NO BRASIL ENTRE JANEIRO DE 2015 A DEZEMBRO DE 2019

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v8i8.6478

Palavras-chave:

Sífilis. Sífilis Congênita. DST. Puerpério. Pré-natal. Epidemiologia.

Resumo

A sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela espiroqueta Treponema pallidum, e pode ser transmitida por via sexual, vertical ou hematogênica. Das muitas doenças transmitidas durante o puerpério e parto a sífilis é a que possui as mais elevadas taxas de transmissão vertical, principalmente nas fases primária e secundária, o que aumenta a chance de abortamentos e mortes perinatais. Esse estudo avalia fatores epidemiológicos como taxa de internação, número de óbitos e taxa de mortalidade em menores de um ano de idade. Dessa forma foram obtidos resultados que nos fizeram chegar à conclusão de que os eventos de sífilis congênita estão crescendo com o passar anos, por problemas como baixa escolaridade, a promiscuidade sexual, o baixo nível socioeconômico e, principalmente, a falta de apropriada assistência pré-natal. Na tentativa de reverter esse cenário, o Governo Federal junto do Ministério da Saúde vem implementando diversos programas que estimulam e fornecem informações básicas sobre DST, pré-natal e o tratamento da doença.

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Biografia do Autor

  • Sarah Gomes Bergamo, University of Vassouras

    Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil sarah_bergamo@hotmail.com.

  • Maria Carolina Menck Vieira, University of Vassouras

    Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

  • Kelly Paiva Guimarães Silveira, University of Vassouras

    Docente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras; Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil.

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Publicado

2022-08-31

Como Citar

Bergamo, S. G., Vieira, M. C. M., & Silveira, K. P. G. (2022). ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DA INCIDÊNCIA DE SÍFILIS CONGÊNITA NO BRASIL ENTRE JANEIRO DE 2015 A DEZEMBRO DE 2019. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 8(8), 747-753. https://doi.org/10.51891/rease.v8i8.6478

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