ESTRATÉGIAS FARMACOTERAPÊUTICAS NA RETOCOLITE ULCERATIVA E A CALPROTECTINA FECAL COMO BIOMARCADOR DE REMISSÃO EM RELATO DE CASO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31952Palavras-chave:
Estudos retrospectivos, Colite ulcerativa, Biomarcadores, Doenças inflamatórias intestinaisResumo
Este trabalho teve como objetivo analisar a condução farmacoterapêutica de uma paciente diagnosticada com RCU e a aplicabilidade da calprotectina fecal para o monitoramento da atividade inflamatória. Trata-se de uma pesquisa clínica qualitativa, de natureza exploratória e descritiva, desenvolvida no formato de relato de caso retrospectivo. A abordagem adotada fundamentou-se na vivência de uma paciente, selecionada por meio de amostragem por conveniência. A coleta de dados estruturou-se a partir de fontes documentais e a narrativa da própria paciente, conferindo uma dimensão humanizada à descrição da evolução do quadro. Os resultados demonstraram uma correlação direta entre a evolução farmacoterapêutica da crise e a oscilação nos níveis de CF, especialmente após a fase de indução, comprovando a sensibilidade desse biomarcador no monitoramento da atividade inflamatória aguda. Assim, o estudo conclui a utilidade da calprotectina fecal como ferramenta auxiliar na retocolite ulcerativa, permitindo monitorar de forma precisa a resposta ao tratamento medicamentoso, corroborando com decisões terapêuticas mais seguras e individualizadas.
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