PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ÓBITOS POR SEPTICEMIA NO ESTADO DO PARANÁ DE 2014 A 2025

Autores

  • Luana Cristina Santos de Oliveira Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz
  • Giordana Fell Terra Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz
  • Lara Vitória Gaffuri Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz
  • Daiane Breda Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31007

Palavras-chave:

Sepse, Epidemiologia, Mortalidade Hospitalar, Saúde Pública

Resumo

Este estudo buscou discutir a septicemia, uma vez que ela se configura como um grave problema de saúde pública mundial e impacta diretamente o desenvolvimento humano e social devido às altas taxas de internação e mortalidade. No cenário nacional, e especificamente no Estado do Paraná, os índices de óbitos por essa disfunção orgânica cresceram de forma expressiva nos últimos anos. Diante disso, torna-se evidente a necessidade de investigar e analisar essa condição com maior propriedade. Compreender o perfil epidemiológico das vítimas de sepse é um passo fundamental para traçar estratégias de prevenção e reduzir danos futuros. Para alcançar esse objetivo, foram levantados dados da plataforma DATASUS abrangendo o período de 2014 a 2025, analisando-se sete variáveis principais: raça/cor, sexo, faixa etária, sazonalidade (mês e ano), macrorregião de saúde, caráter de atendimento e regime de internação. Os resultados apontaram uma prevalência significativamente maior de óbitos no sexo masculino, em indivíduos de cor branca e na população idosa com idade igual ou superior a 80 anos. Além disso, identificou-se um padrão sazonal nítido de elevação nos meses mais frios, com o pico absoluto registrado no mês de junho. Geograficamente, a Macrorregião Leste centralizou a maior carga de mortalidade, enquanto as admissões hospitalares ocorreram massivamente por via de urgência. Esses achados acendem um alerta importante para os grupos e regiões de maior vulnerabilidade, evidenciando que os esforços públicos devem se concentrar na melhoria das notificações e no treinamento das equipes de emergência para a aplicação imediata de protocolos de identificação precoce.

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Biografia do Autor

  • Luana Cristina Santos de Oliveira, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Autora - Discente do curso de medicina no Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz.

  • Giordana Fell Terra, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Co-autora - Discente do curso de medicina no Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz. 

  • Lara Vitória Gaffuri, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Co-autora - Discente do curso de medicina no Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz. 

  • Daiane Breda, Centro Universitário Fundação Assis Gurgacz

    Professora orientadora do curso de medicina na instituição Faculdade Assis Gurgacz. Mestrado em Saúde Pública pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. 

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Publicado

2026-10-15

Como Citar

Oliveira, L. C. S. de, Terra, G. F., Gaffuri, L. V., & Breda, D. (2026). PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS ÓBITOS POR SEPTICEMIA NO ESTADO DO PARANÁ DE 2014 A 2025. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31007