PROTOCOLO DE SEPSE NO AMBIENTE HOSPITALAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UM HOSPITAL DE MÉDIA/ALTA COMPLEXIDADE

Autores

  • Munike Tomazini dos Reis UNIRV
  • Guilherme Vaz Silva UNIRV
  • Luis Mario Mendes de Medeiros Unievangelica
  • Patrik Tomazini dos Reis UNIRV
  • Letícia Ribeiro Cardoso UNIRV
  • Isabella Santos Rezende Rios UNEMAT
  • Ana Luiza Pires Vidal UniEvangelica
  • Vinícius Rodrigues França UNIRV

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23955

Palavras-chave:

Sepse. protocolo de sepse. Manejo clínico. Cuidado multiprofissional. segurança do paciente.

Resumo

A sepse é uma condição clínica grave e potencialmente fatal, caracterizada por uma resposta inflamatória desregulada do organismo frente a uma infecção, resultando em disfunção orgânica e elevada mortalidade. Trata-se de um importante problema de saúde pública, especialmente em serviços hospitalares de média e alta complexidade, como unidades de pronto atendimento e terapia intensiva. Fatores como idade avançada, presença de comorbidades, estados de imunossupressão e atraso no diagnóstico estão associados a pior prognóstico. O reconhecimento precoce e a instituição imediata do tratamento são determinantes para a redução da mortalidade, sendo o protocolo de sepse uma ferramenta fundamental nesse contexto. Esse protocolo preconiza a identificação rápida de sinais clínicos sugestivos, a coleta oportuna de exames laboratoriais essenciais — com destaque para a dosagem de lactato sérico —, a administração precoce de antibióticos de amplo espectro e a reposição volêmica adequada. Sua efetiva aplicação requer atuação integrada e coordenada da equipe multiprofissional, envolvendo médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Este estudo, do tipo relato de experiência, descreve a vivência da implementação do protocolo de sepse em um serviço hospitalar de média/alta complexidade, destacando os principais desafios operacionais, os benefícios observados e a relevância da padronização do manejo na otimização do cuidado, na redução de complicações, na melhora dos desfechos clínicos e na diminuição dos índices de mortalidade relacionados à sepse.

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Biografia do Autor

Munike Tomazini dos Reis, UNIRV

Graduada em medicina pela Instituição de ensino Universidade de Rio Verde (UNIRV) - câmpus Aparecida de Goiânia.

Guilherme Vaz Silva, UNIRV

Graduado em medicina pela Instituição de ensino Universidade de Rio Verde (UNIRV) - câmpus Aparecida de Goiânia.  

Luis Mario Mendes de Medeiros, Unievangelica

Graduado em Medicina. Universidade Evangélico de Anápolis - Unievangelica. Campus: Anápolis, Goiás. 

Patrik Tomazini dos Reis, UNIRV

Graduado em medicina pela Instituição de ensino Universidade de Rio Verde (UNIRV) - câmpus Aparecida de Goiânia. 

Letícia Ribeiro Cardoso, UNIRV

Graduada em medicina pela Instituição de ensino Universidade de Rio Verde (UNIRV) - câmpus Rio Verde. 

Isabella Santos Rezende Rios, UNEMAT

Graduada em medicina pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

Ana Luiza Pires Vidal, UniEvangelica

Graduada em medicina pela Universidade Evangélica de Goiás – UniEvangelica.

Vinícius Rodrigues França, UNIRV

Graduado em medicina  pela Instituição de ensino Universidade de Rio Verde (UNIRV) - câmpus Rio Verde. 

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Publicado

2026-01-30

Como Citar

Reis, M. T. dos, Silva, G. V., Medeiros, L. M. M. de, Reis, P. T. dos, Cardoso, L. R., Rios, I. S. R., … França, V. R. (2026). PROTOCOLO DE SEPSE NO AMBIENTE HOSPITALAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UM HOSPITAL DE MÉDIA/ALTA COMPLEXIDADE. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(1), 1–12. https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23955