FRATURAS DO CÔNDILO MANDIBULAR: TRATAMENTO ABERTO VERSUS FECHADO E REPERCUSSÕES FUNCIONAIS

Autores

  • Gilberto José de Souza Júnior Faculdade do Centro Oeste Paulista
  • Gabriel Braga Macedo União Nacional das Instituições de Ensino Superior Privadas
  • Lígia de Paula Fonseca Universidade Cruzeiro do Sul
  • Cristiano Veloso Universidade Federal Fluminense
  • José Lucas da Silva Lago Universidade Federal do Pará
  • Marcela Oliveira Santos Universidade Federal de Sergipe
  • Jordan Gomes Machado Faculdade do Amazonas IAES
  • Aabex Martins Ribeiro São Lucas
  • Gustavo Pereira Silva Universidade Cruzeiro do Sul
  • José da Silva Júnior São Leopoldo Mandic
  • Claudiony Henrique Dantas de Sousa Azevedo Centro Universitário de Patos
  • Marcella Vanine Damas de Araujo Faculdade Veiga de Almeida
  • Flávia Maria Silva Guedes Hospital Getúlio Varga https://orcid.org/0000-0002-0649-1168
  • Monique Xavier de Sousa Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30977

Palavras-chave:

Fraturas mandibulares, Côndilo mandibular, Redução aberta, Tratamento fechado, Resultado funcional

Resumo

As fraturas do côndilo mandibular estão entre as lesões mais frequentes da mandíbula e permanecem associadas a controvérsias terapêuticas, sobretudo quanto à escolha entre tratamento fechado e redução aberta com fixação interna. O objetivo desta revisão integrativa foi analisar comparativamente as repercussões funcionais das abordagens aberta e fechada em adultos com fraturas do processo condilar, com ênfase em abertura bucal, movimentos excursivos, oclusão, dor, desvio mandibular, trismo, função da articulação temporomandibular e complicações. A questão norteadora foi estruturada pela estratégia PICO. A busca bibliográfica foi executada em 25 de setembro de 2026 nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science e LILACS. Foram identificados 682 registros, dos quais 153 foram removidos por duplicidade. Após a triagem de 529 registros por títulos e resumos, 19 artigos foram avaliados em texto completo. Seis estudos foram excluídos segundo os critérios de elegibilidade, resultando em 13 estudos primários comparativos incluídos na síntese final. De modo geral, a redução aberta com fixação interna apresentou resultados mais consistentes para restauração anatômica e alguns desfechos funcionais, especialmente em fraturas deslocadas, encurtamento do ramo, fraturas subcondilares/colo e casos bilaterais selecionados. O tratamento fechado permaneceu alternativa efetiva em fraturas pouco deslocadas, com oclusão estável e boa adesão à fisioterapia, evitando riscos cirúrgicos como lesão do nervo facial, cicatriz, sialocele e infecção. Conclui-se que não há indicação universal; a escolha deve ser individualizada segundo nível e deslocamento da fratura, perda de altura do ramo, condição oclusal, lateralidade, idade, comorbidades, experiência da equipe e possibilidade de reabilitação funcional precoce.

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Biografia do Autor

  • Gilberto José de Souza Júnior, Faculdade do Centro Oeste Paulista

    Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial - FACOP.

  • Gabriel Braga Macedo, União Nacional das Instituições de Ensino Superior Privadas

    Ensino superior – Odontologia - UNIESP.

  • Lígia de Paula Fonseca, Universidade Cruzeiro do Sul

    Graduação em Odontologia - Universidade Cruzeiro do Sul.

  • Cristiano Veloso, Universidade Federal Fluminense

    Cirurgião-dentista; especialista em Ortodontia; mestrado em Medicina Dentária - Universidade Federal Fluminense – RJ, Brasil; Faculdade Paulo Picanço – CE, Brasil; Instituto Universitário Egas Moniz – Portugal.

  • José Lucas da Silva Lago, Universidade Federal do Pará

    Odontologia - Universidade Federal do Pará.

  • Marcela Oliveira Santos, Universidade Federal de Sergipe

    Cirurgiã-dentista - Universidade Federal de Sergipe.

  • Jordan Gomes Machado, Faculdade do Amazonas IAES

    Cirurgião bucomaxilo - Faculdade do Amazonas IAES.

  • Aabex Martins Ribeiro, São Lucas

    Odontologia - São Lucas.

  • Gustavo Pereira Silva, Universidade Cruzeiro do Sul

    Bacharel em Odontologia (Universidade Cruzeiro do Sul) e pós-graduado em Saúde Pública e Saúde da Família (Faculdade Santa Marcelina).

  • José da Silva Júnior, São Leopoldo Mandic

    Doutor em Implantodontia - São Leopoldo Mandic.

  • Claudiony Henrique Dantas de Sousa Azevedo, Centro Universitário de Patos

    Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial e Implantodontia. Professor do Curso de Pós-Graduação em Implantodontia e Prótese da FACOPE-UPPER ODONTO – Recife, PE - UNIFIP – Centro Universitário de Patos, PB.

  • Marcella Vanine Damas de Araujo, Faculdade Veiga de Almeida

    Estudante de Odontologia - Faculdade Veiga de Almeida, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, RJ.

  • Flávia Maria Silva Guedes, Hospital Getúlio Varga

    Residente em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Hospital Getúlio Vargas / SES-PE / UPE.

  • Monique Xavier de Sousa, Universidade Federal Fluminense

    Cirurgiã dentista; Doutorando em Ortodontia  - Universidade Federal Fluminense.

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Publicado

2026-10-09

Como Citar

Souza Júnior, G. J. de, Macedo, G. B., Fonseca, L. de P., Veloso, C., Lago, J. L. da S., Santos, M. O., Machado, J. G., Ribeiro, A. M., Silva, G. P., Silva Júnior, J. da, Azevedo, C. H. D. de S., Araujo, M. V. D. de, Guedes, F. M. S., & Sousa, M. X. de. (2026). FRATURAS DO CÔNDILO MANDIBULAR: TRATAMENTO ABERTO VERSUS FECHADO E REPERCUSSÕES FUNCIONAIS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-18. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30977

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