INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EVIDÊNCIAS, RISCOS E CONDIÇÕES PARA UMA INTEGRAÇÃO PEDAGOGICAMENTE RESPONSÁVEL

Autores/as

  • Alex Martins da Silva Universidade Federal de Pernambuco image/svg+xml
  • Joelson Lopes da Paixão Universidade Federal de Santa Maria
  • Filipe da Cunha Gomes Universidade Estadual do Maranhão
  • Jorge Rollemberg dos Santos Universidade Federal de Sergipe
  • Márcia da Silva Lima Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão
  • Rayane Emanuelle de Oliveira Valentim Instituto Federal do Rio Grande do Norte
  • Samuel Gonçalves Pinto Universidade Estadual do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31341

Palabras clave:

Inteligência artificial na educação, Formação de professores, Letramento em IA, Trabalho docente, Ética da IA

Resumen

A difusão de sistemas de inteligência artificial (IA), sobretudo das ferramentas generativas, deslocou o debate educacional da possibilidade técnica para a questão das condições em que esses sistemas qualificam ou empobrecem o ensino, a aprendizagem e o trabalho docente. O artigo examina de que maneira a incorporação da IA na educação modifica demandas, competências, práticas e responsabilidades da formação de professores. Trata-se de um ensaio teórico-analítico apoiado em revisão narrativa crítica de corpus intencional de 33 fontes (revisões sistemáticas, estudos empíricos, artigos de posição, obras de referência e documentos normativos), constituído por procedimento de busca e verificação declarado. A análise percorre fundamentos e aplicações da IA na educação, benefícios documentados e suas condições de ocorrência, impactos sobre ensino, avaliação e trabalho docente, desafios éticos e institucionais e implicações formativas. Sustenta-se, por inferência a partir de evidências indiretas, uma vez que nenhum estudo do corpus testa diretamente o efeito da formação docente, que os benefícios descritos na literatura são condicionados ao desenho pedagógico e à mediação docente, e que a formação de professores não pode reduzir-se ao treinamento operacional em ferramentas. Como contribuição, propõe-se um modelo conceitual exploratório de quatro dimensões formativas, ancorado em condições institucionais e ainda não validado empiricamente, acompanhado de proposições passíveis de teste.

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Biografía del autor/a

  • Alex Martins da Silva, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente/UFPE. 

  • Joelson Lopes da Paixão, Universidade Federal de Santa Maria

    Mestre em Engenharia Elétrica – Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). 

  • Filipe da Cunha Gomes, Universidade Estadual do Maranhão

    Doutor em Sociologia. Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). 

  • Jorge Rollemberg dos Santos, Universidade Federal de Sergipe

    Doutorando em Educação, Universidade Federal de Sergipe (UNIT) - São Cristóvão – SE. 

  • Márcia da Silva Lima, Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão

    Mestra em Letras/Linguística. Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão (UEMASUL). 

  • Rayane Emanuelle de Oliveira Valentim, Instituto Federal do Rio Grande do Norte

    Doutora em Educação, Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN).

  • Samuel Gonçalves Pinto, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

    Doutor em Ciências do Exercício e do Esporte – Universidade Estadual do Rio de Janeiro/UERJ. Atua na SEDUC/MT. 

Publicado

2026-10-30

Cómo citar

Silva, A. M. da, Paixão, J. L. da, Gomes, F. da C., Santos, J. R. dos, Lima, M. da S., Valentim, R. E. de O., & Pinto, S. G. (2026). INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: EVIDÊNCIAS, RISCOS E CONDIÇÕES PARA UMA INTEGRAÇÃO PEDAGOGICAMENTE RESPONSÁVEL. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-25. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31341

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