ENTRE O CORAÇÃO E O CÉREBRO: REVISITANDO ARISTÓTELES, HIPÓCRATES E A NEUROCIÊNCIA MODERNA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23522

Palavras-chave:

Aristóteles. Filosofia da mente. Coração.

Resumo

Esse artigo buscou estudar o pensamento aristotélico influenciou a ciência e a filosofia por mais de dois milênios. Entre suas ideias, destaca-se a concepção de que o coração, e não o cérebro, seria o centro das emoções humanas. Este artigo revisita tal concepção, contrastando-a com os achados contemporâneos da neurociência e com discussões modernas da filosofia da mente, como o problema corpo-mente e a crítica ao dualismo cartesiano. Argumenta-se que, embora equivocada sob a ótica anatômica e fisiológica, a visão aristotélica sobre o coração reflete um esforço precoce de integrar experiência corporal e afetiva ao conhecimento racional. Com isso, propõe-se uma leitura crítica e contextualizada da teoria cardiocêntrica, explorando também o imaginário simbólico que ainda persiste na linguagem cotidiana.

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Biografia do Autor

Milton de Paula Junior, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Mestre em Ciências Farmacêuticas – Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Giovanni Augusto Kalempa Panzzolo, UEPG

Doutor em Ciências Farmacêuticas – Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Renato Van Wilpe Bach, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Doutor em Ciências Farmacêuticas – Universidade Estadual de Ponta Grossa. 

Paulo Roberto Costa de Almeida, UEPG

Mestre em Ciências Farmacêuticas – Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). 

Giovani Marino Favero, USP

Orientador. Doutor em Alergia e Imunopatologia – Universidade de São Paulo (USP).

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Publicado

2026-01-12

Como Citar

Paula Junior, M. de, Panzzolo, G. A. K., Bach, R. V. W., Almeida, P. R. C. de, & Favero, G. M. (2026). ENTRE O CORAÇÃO E O CÉREBRO: REVISITANDO ARISTÓTELES, HIPÓCRATES E A NEUROCIÊNCIA MODERNA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(1), 1–6. https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23522