ENTRE O CORAÇÃO E O CÉREBRO: REVISITANDO ARISTÓTELES, HIPÓCRATES E A NEUROCIÊNCIA MODERNA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i1.23522Palavras-chave:
Aristóteles. Filosofia da mente. Coração.Resumo
Esse artigo buscou estudar o pensamento aristotélico influenciou a ciência e a filosofia por mais de dois milênios. Entre suas ideias, destaca-se a concepção de que o coração, e não o cérebro, seria o centro das emoções humanas. Este artigo revisita tal concepção, contrastando-a com os achados contemporâneos da neurociência e com discussões modernas da filosofia da mente, como o problema corpo-mente e a crítica ao dualismo cartesiano. Argumenta-se que, embora equivocada sob a ótica anatômica e fisiológica, a visão aristotélica sobre o coração reflete um esforço precoce de integrar experiência corporal e afetiva ao conhecimento racional. Com isso, propõe-se uma leitura crítica e contextualizada da teoria cardiocêntrica, explorando também o imaginário simbólico que ainda persiste na linguagem cotidiana.
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