DUAS DÉCADAS DE AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO EM HISTÓRIA: CONTEÚDOS, SABERES E TENDÊNCIAS NAS PROVAS DO ENADE (2005–2025)
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30557Palavras-chave:
Formação de professores. Teoria e metodologia do ensino de História. Enade. Ensino de História.Resumo
As avaliações sistêmicas ou externas têm sido uma constante no sistema educacional bra-sileiro nas últimas décadas. Para avaliação externa do educação superior, foi criado pela Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da educação superior – Sinaes, que avalia as instituições, os cursos e o desempenho dos estudantes, Enade. An-terior ao Sinaes e ao Enade, outros instrumentos de avaliação da educação superior foram utilizados entre os quais se pode citar o PAIUB, o “Provão”. Com questões de múltipla escolha e discursivas a prova do Enade é dividida em duas partes: Formação geral e com-ponente específico da área. Os conteúdos para cada componente são definidos em portaria do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e an-coram-se nas Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos. Desde a sua criação, o Enade tem sofrido modificações de um ciclo para o outro, buscando adequar-se às demandas de cada área de formação. Por meio das diretrizes, relatórios síntese da área e das provas rea-lizadas nos anos de 2005 a 2025 foram analisados os componentes específicos de História, o tratamento dado à formação de professores e aos conteúdos “Teoria e Metodologia do En-sino de História” e “História da África, História e Cultura afro-brasileira e Indígena”.
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