AUTOCUIDADO DIGITAL NA EDUCAÇÃO: UMA REVISÃO DE ESCOPO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS RELATADAS NA LITERATURA (2018–2025)
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.29981Palavras-chave:
autocuidado digital. Bem-estar digital. Práticas pedagógicas.Resumo
A pandemia de COVID-19 acelerou a inserção de tecnologias digitais nos contextos educacionais e tornou mais visível a necessidade de abordagens pedagógicas voltadas ao uso equilibrado e saudável dessas ferramentas. O autocuidado digital, entendido como conjunto de práticas intencionais orientadas ao bem-estar físico, psicológico e relacional no uso de tecnologias, é investigado de forma ainda dispersa na literatura educacional. Este estudo mapeia as práticas pedagógicas relacionadas ao autocuidado digital relatadas entre 2018 e 2025, identificando contextos de aplicação, públicos, estratégias e lacunas do conhecimento. A metodologia adotada é a revisão de escopo segundo Arksey e O'Malley (2005), com refinamentos de Levac, Colquhoun e O'Brien (2010), em conformidade com o Joanna Briggs Institute (Peters et al., 2020) e a extensão PRISMA-ScR (Tricco et al., 2018). A questão norteadora foi estruturada pelo framework PCC. As buscas cobrem MEDLINE/PubMed, SCOPUS, Web of Science, LILACS, CINAHL, SciELO e Google Scholar. Os resultados esperados incluem a caracterização dos fundamentos teóricos, formatos de implementação e evidências de efetividade das práticas identificadas, com vistas a orientar investigações futuras sobre o tema.
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