O DESAFIO DO COMERCIANTE NA HIGIENIZAÇÃO ALIMENTAR EM FEIRAS LIVRES BRASILEIRAS: UMA ANÁLISE DOS FATORES CRÍTICOS

Autores

  • Marcos Adriel da Cruz Lima Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas
  • Fernanda Spagnol Paganoto Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas
  • Emanuel Vieira Pinto FAVENI https://orcid.org/0000-0003-1652-8152

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28751

Palavras-chave:

Feiras livres. Higienização alimentar. Segurança alimentar. Saúde pública. Boas práticas de manipulação.

Resumo

O presente estudo aborda os desafios enfrentados pelos comerciantes na higienização alimentar em feiras livres brasileiras, considerando a importância desses espaços para o abastecimento alimentar, a economia local e a preservação cultural. Nesse contexto, o problema da pesquisa consiste em compreender: quais são os principais fatores críticos enfrentados pelos comerciantes na higienização alimentar em feiras livres brasileiras e de que maneira essas dificuldades comprometem a segurança alimentar e a saúde pública? O objetivo geral foi analisar os desafios relacionados às condições higiênico-sanitárias nas feiras livres, identificando fatores estruturais, sociais e sanitários que interferem diretamente na comercialização dos alimentos. Como objetivos específicos, buscou-se discutir a relevância das boas práticas de manipulação, compreender os impactos da precariedade estrutural desses ambientes e apresentar estratégias educativas voltadas à melhoria das condições sanitárias. A metodologia utilizada caracteriza-se como uma revisão de literatura de natureza qualitativa, exploratória e descritiva, desenvolvida por meio da análise de artigos científicos, legislações sanitárias, dissertações e documentos institucionais relacionados ao tema. Os resultados evidenciaram que muitas feiras livres brasileiras apresentam deficiência no acesso à água potável, inadequada higienização de utensílios, exposição incorreta dos alimentos e ausência de capacitação dos comerciantes quanto às boas práticas de manipulação. Além disso, verificou-se que a insuficiência da fiscalização sanitária e a precariedade estrutural favorecem a contaminação alimentar e aumentam os riscos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTAs). Conclui-se que ações educativas, fiscalização contínua e investimentos em infraestrutura são fundamentais para garantir maior segurança alimentar e proteção à saúde pública.

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Biografia do Autor

Marcos Adriel da Cruz Lima, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas

Graduando em Gastronomia pela Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas.

Fernanda Spagnol Paganoto, Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas

Professor-Orientador. Mestre em Educação. Docente na Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas.

Emanuel Vieira Pinto, FAVENI

Professor, da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas – Facisa. Escritor, Mestre em Gestão. Social, Educação e Desenvolvimento Regional, no Programa de Pós-Graduação STRICTO SENSU da Faculdade Vale do Cricaré - UNIVC (2012 -2015 ). Especialista em Docência do Ensino Superior Faculdade Vale do Cricaré Possui graduação em BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO pela Universidade Federal da Bahia (2004 - 2009). Possui graduação em Sociologia pela Universidade Paulista (2017-2020) Graduação em Pedagogia. FAVENI-FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE (2021 - 2024) Atualmente é coordenador da Biblioteca da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas da Bahia. Coordenador do NTCC FACISA, Pesquisador Institucional do sistema E-MEC FACISA, Recenseador do Sistema CENSO MEC FACISA. Coordenador do NTCC e NUPEX FACISA. Avaliador da Educação Superior no BASis MEC/INEP.

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Publicado

2026-07-08

Como Citar

Lima, M. A. da C., Paganoto, F. S., & Pinto, E. V. (2026). O DESAFIO DO COMERCIANTE NA HIGIENIZAÇÃO ALIMENTAR EM FEIRAS LIVRES BRASILEIRAS: UMA ANÁLISE DOS FATORES CRÍTICOS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(7), 1–24. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28751