PREVALÊNCIA E PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA SÍFILIS GESTACIONAL NO MUNICÍPIO DE AUGUSTINÓPOLIS, TOCANTINS, NO PERÍODO DE 2012 A 2022

Autores

  • Acza Gabrielly Silva Jales UNITINS
  • Sheila Cristina Teixeira Fonseca UNITAU
  • Marcela de Oliveira Feitosa UFMA
  • Paula Cristina de Sousa Vieira Pontes BIONORTE
  • Jardeson Fontes da Silva UNITAU
  • Camila Lopes Ferreira UNITAU
  • Cristiana Maria de Araújo Soares Gomes UNITINS
  • Darlene Teixeira Castro UNITINS

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.28585

Palavras-chave:

Epidemiologia. Notificação. Prevalência. Sífilis.

Resumo

A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) provocada pelo agente etiológico Treponema pallidum. Sua forma de transmissão mais observada é por meio do contato sexual desprotegido, outros meios de disseminação da sífilis acontecem por intermédio congênito, gestacional ou mediante o contato com sangue contaminado. Essa pesquisa tem por objetivo avaliar o perfil epidemiológico da sífilis gestacional no período de 2012 - 2022 no município de Augustinópolis - TO e é caracterizada como um estudo epidemiológico de carácter quantitativo e exploratório-descritivo. No período citado, 112 casos de sífilis em gestantes foram notificados, sendo o perfil predominantemente acometido caracterizado por mulheres pardas, jovens e domésticas. Ao observar o nível de atenção à saúde no qual as notificações foram realizadas, nota-se que a maioria foi feita no nível de Atenção Primária à Saúde (APS). O trimestre de gestação respectivo aos casos foi o 3º trimestre, sendo a forma clínica da doença e o esquema de tratamento mais comuns, nessa ordem, a sífilis terciária e o tratamento com Penicilina G Benzatina 7.200.000 UI. Em relação aos parceiros das gestantes notificadas, a maioria não realizou o esquema de tratamento devido à perda de contato com a gestante. É imperioso o exercício de estratégias que visem atenuar o quadro elucidado, com o objetivo de disseminar informações a respeito da sífilis gestacional e instruir a população sobre a doença, a sua sintomatologia, a importância de respeitar o esquema de tratamento - tanto a paciente como as suas parcerias sexuais

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Biografia do Autor

Acza Gabrielly Silva Jales, UNITINS

Graduanda em Medicina, Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS), Brasil.

Sheila Cristina Teixeira Fonseca, UNITAU

Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Universidade de Taubaté (UNITAU), Brasil.

Marcela de Oliveira Feitosa, UFMA

Professora, Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Brasil.

Paula Cristina de Sousa Vieira Pontes, BIONORTE

Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal (BIONORTE), Brasil.

Jardeson Fontes da Silva, UNITAU

Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Universidade de Taubaté (UNITAU), Brasil.

Camila Lopes Ferreira, UNITAU

Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde, Universidade de Taubaté (UNITAU), Brasil.

Cristiana Maria de Araújo Soares Gomes, UNITINS

Professora, Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS), Tocantins, Brasil.

Darlene Teixeira Castro, UNITINS

Professora, Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS), Tocantins, Brasil.

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Publicado

2026-08-11

Como Citar

Jales, A. G. S., Fonseca, S. C. T., Feitosa, M. de O., Pontes, P. C. de S. V., Silva, J. F. da, Ferreira, C. L., … Castro, D. T. (2026). PREVALÊNCIA E PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA SÍFILIS GESTACIONAL NO MUNICÍPIO DE AUGUSTINÓPOLIS, TOCANTINS, NO PERÍODO DE 2012 A 2022. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.28585