PREVALÊNCIA E PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA SÍFILIS GESTACIONAL NO MUNICÍPIO DE AUGUSTINÓPOLIS, TOCANTINS, NO PERÍODO DE 2012 A 2022
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.28585Palabras clave:
Epidemiologia. Notificação. Prevalência. Sífilis.Resumen
A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) provocada pelo agente etiológico Treponema pallidum. Sua forma de transmissão mais observada é por meio do contato sexual desprotegido, outros meios de disseminação da sífilis acontecem por intermédio congênito, gestacional ou mediante o contato com sangue contaminado. Essa pesquisa tem por objetivo avaliar o perfil epidemiológico da sífilis gestacional no período de 2012 - 2022 no município de Augustinópolis - TO e é caracterizada como um estudo epidemiológico de carácter quantitativo e exploratório-descritivo. No período citado, 112 casos de sífilis em gestantes foram notificados, sendo o perfil predominantemente acometido caracterizado por mulheres pardas, jovens e domésticas. Ao observar o nível de atenção à saúde no qual as notificações foram realizadas, nota-se que a maioria foi feita no nível de Atenção Primária à Saúde (APS). O trimestre de gestação respectivo aos casos foi o 3º trimestre, sendo a forma clínica da doença e o esquema de tratamento mais comuns, nessa ordem, a sífilis terciária e o tratamento com Penicilina G Benzatina 7.200.000 UI. Em relação aos parceiros das gestantes notificadas, a maioria não realizou o esquema de tratamento devido à perda de contato com a gestante. É imperioso o exercício de estratégias que visem atenuar o quadro elucidado, com o objetivo de disseminar informações a respeito da sífilis gestacional e instruir a população sobre a doença, a sua sintomatologia, a importância de respeitar o esquema de tratamento - tanto a paciente como as suas parcerias sexuais
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