BARREIRAS ATITUDINAIS E INCLUSÃO ESCOLAR: DESAFIOS NO PROCESSO EDUCACIONAL DOS ALUNOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.28565Palavras-chave:
Barreiras atitudinais. Inclusão escolar. Educação Especial. Capacitismo.Resumo
O presente artigo discute as barreiras atitudinais no contexto da inclusão escolar dos alunos da Educação Especial, analisando como preconceitos, práticas discriminatórias e concepções capacitistas interferem nos processos de aprendizagem, participação e pertencimento no ambiente educacional. A pesquisa possui abordagem qualitativa, caráter descritivo e exploratório, sendo desenvolvida por meio de revisão bibliográfica. Foram utilizados livros, artigos científicos, dissertações, teses e documentos legais relacionados à educação inclusiva e às barreiras atitudinais. As discussões evidenciam que, apesar dos avanços legislativos voltados à inclusão escolar, ainda persistem práticas excludentes nas relações pedagógicas e institucionais das escolas. Os resultados apontam que as barreiras atitudinais se manifestam por meio de baixas expectativas de aprendizagem, exclusão simbólica, superproteção e invisibilidade pedagógica, comprometendo o desenvolvimento acadêmico, emocional e social dos estudantes da Educação Especial. O estudo também destaca a importância da formação docente crítica e reflexiva para a construção de práticas pedagógicas mais inclusivas. Conclui-se que a efetivação da inclusão escolar depende da transformação das atitudes, concepções e práticas construídas no cotidiano educacional. Além disso, o estudo ressalta que a superação das barreiras atitudinais exige compromisso coletivo da comunidade escolar, envolvendo gestores, professores, famílias e estudantes, visando fortalecer relações democráticas, acolhedoras e acessíveis no processo de inclusão contemporânea.
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