ESTRESSE OCUPACIONAL EM ENFERMEIROS ATUANTES EM CUIDADOS PALIATIVOS

Autores

  • Letícia Nunes de Oliveira UNIG
  • Renata Pereira Silva UNIG
  • Sara de Oliveira Braga UNIG
  • Fernanda Cardoso Corrêa Póvoa UNIG
  • Wanderson Alves Ribeiro UNIG
  • Alexandre Gonçalves UNIG

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v4i01.28149

Palavras-chave:

Estresse Ocupacional. Cuidados Paliativos. Enfermeiro. Saúde do Trabalhador. Saúde Mental.

Resumo

Introdução: O estresse ocupacional em enfermeiros atuantes em cuidados paliativos configura-se como um importante problema de saúde do trabalhador, decorrente da exposição contínua ao sofrimento, à terminalidade e às elevadas demandas emocionais presentes nesse contexto assistencial. Objetivo: Analisar os fatores associados ao estresse ocupacional em enfermeiros atuantes em cuidados paliativos, considerando suas repercussões na prática assistencial e na saúde psicofísica desses profissionais. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases SciELO, LILACS, PubMed e Google Scholar. Foram utilizados os descritores “estresse ocupacional”, “cuidados paliativos”, “saúde do trabalhador”, “enfermeiro” e “sofrimento laboral”, combinados pelos operadores booleanos AND e OR. Foram incluídos estudos publicados entre 2021 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol, sendo selecionados 10 artigos para compor a amostra final. Resultados e Discussão: Os estudos evidenciaram que a convivência frequente com a morte, o sofrimento dos pacientes e familiares, a sobrecarga de trabalho, as fragilidades institucionais e a insuficiência de capacitação constituem os principais desencadeadores do estresse ocupacional. Também foram identificadas repercussões como ansiedade, fadiga emocional, sofrimento moral, esgotamento profissional e comprometimento da assistência. Entre as estratégias de enfrentamento destacaram-se o autocuidado, apoio institucional, educação permanente, suporte psicológico, espiritualidade e fortalecimento das relações interpessoais. Conclusão: O estresse ocupacional em cuidados paliativos resulta da interação entre fatores emocionais, organizacionais e assistenciais, tornando necessária a implementação de estratégias institucionais voltadas à promoção da saúde mental, qualificação profissional e melhoria das condições de trabalho dos enfermeiros.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Letícia Nunes de Oliveira, UNIG

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu

Renata Pereira Silva, UNIG

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu. 

Sara de Oliveira Braga, UNIG

Discente do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu. E-mail: enfsarabraga@gmail.com

Fernanda Cardoso Corrêa Póvoa, UNIG

Enfermeira. Mestre em Educação Em Saúde pela Universidade Federal Fluminense; Docente na Graduação em Enfermagem da Universidade Iguaçu (UNIG).

Wanderson Alves Ribeiro, UNIG

Enfermeiro. Mestre, Doutor com pós-doutorado pelo Programa Acadêmico em Ciências do Cuidado em Saúde pela Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa da UFF; Docente nos Cursos da Universidade Iguaçu (UNIG) de Graduação em Enfermagem, Lato Sensu em Enfermagem em CTI e Emergência; Enfermagem em Neonatologia e Pediatria; Enfermagem em Obstetrícia; Fisioterapia em CTI com ênfase em Nenonatologia, Pediatria e Adulto. Stricto Sensu: Mestrado Acadêmico em Vigilância em Saúde. 

Alexandre Gonçalves, UNIG

Enfermeiro, Mestre em Enfermagem FE-UERJ. Doutor em Enfermagem  EEAN-UFRJ, Doutor em Artes Visuais EEAN-UFRJ, Enfermeiro do Hospital Municipal Miguel Couto Rj/RJ, Professor Adjunto da FAETEC, Professor da UNIG. 

Downloads

Publicado

2026-07-10

Como Citar

Oliveira, L. N. de, Silva, R. P., Braga, S. de O., Póvoa, F. C. C., Ribeiro, W. A., & Gonçalves, A. (2026). ESTRESSE OCUPACIONAL EM ENFERMEIROS ATUANTES EM CUIDADOS PALIATIVOS. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 4(01), 1–15. https://doi.org/10.51891/rease.v4i01.28149