MANEJO DA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA AGUDA DESCOMPENSADA PERFIL B NA EMERGÊNCIA

Autores

  • Pedro Henrique Soares Pinheiro Rocha FUNORTE
  • Eberson da Silva Rodrigues do Nascimento UFG
  • Audir Giordano Coelho Guimarães UnB
  • Maryane de Oliveira Pessôa UNIFEV
  • Felipe Romão Hatisuka UNOESTE
  • Guilherme Dias Queiroz UNINOVE
  • Mateus Ruperto Mallosto das Chagas UnB
  • Melissa Capatto Ferrigno UNOESTE
  • Marcella de Fátima Lomeu Marinho Hospital Rede Casa de Portugal
  • Heitor Lenin Lisboa dos Santos UERN
  • Camila de Aguiar Lima PUC Minas
  • Anna Vitória Carvalho de Andrade
  • Gustavo dos Santos Pereira UNOESTE
  • Valéria Paula Sassoli Fazan Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.28026

Palavras-chave:

Insuficiência cardíaca aguda descompensada. Perfil B. Emergência. Congestão. Estratificação de risco.

Resumo

A insuficiência cardíaca aguda descompensada (ICAD) representa uma das principais causas de atendimento em serviços de emergência, estando associada a elevadas taxas de morbidade, mortalidade e reinternação hospitalar. Entre os perfis hemodinâmicos descritos, o perfil B (“quente e úmido”) constitui a apresentação clínica mais frequente, caracterizando-se pela presença de congestão pulmonar e/ou sistêmica associada à preservação da perfusão tecidual. Diante da relevância clínica dessa condição, o presente estudo teve como objetivo analisar as evidências científicas disponíveis acerca do manejo da insuficiência cardíaca aguda descompensada perfil B na emergência. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada por meio de busca nas bases de dados PubMed/MEDLINE, SciELO, ScienceDirect, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Scopus. Foram incluídos artigos científicos, diretrizes clínicas e estudos observacionais publicados nos últimos 10 anos, nos idiomas português, inglês e espanhol, relacionados ao diagnóstico, estratificação de risco e tratamento da ICAD perfil B. Os resultados evidenciaram que o reconhecimento precoce da congestão por meio da associação entre avaliação clínica, biomarcadores cardíacos e ultrassonografia pulmonar contribui significativamente para maior precisão diagnóstica e melhor direcionamento terapêutico. Em relação ao tratamento, observou-se consenso quanto ao uso de diuréticos intravenosos como terapia de primeira linha, associados, quando necessário, a vasodilatadores intravenosos e ventilação não invasiva. A estratificação de risco mostrou-se fundamental para definição do destino do paciente e planejamento da assistência. Conclui-se que o manejo adequado da ICAD perfil B depende da identificação precoce da congestão e da implementação rápida de estratégias terapêuticas baseadas em evidências, contribuindo para melhores desfechos clínicos e redução do impacto da doença sobre os sistemas de saúde.

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Biografia do Autor

Pedro Henrique Soares Pinheiro Rocha, FUNORTE

Médico; Pós-graduação em Terapia Intensiva (2025) Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP); Faculdade Unidas do Norte de Minas (FUNORTE) – Montes Claros/MG (2018).

Eberson da Silva Rodrigues do Nascimento, UFG

Médico; Neurologista; Psiquiatra; Psicoterapeuta; Mestre; Doutor; Professor, Universidade Federal de Goiás (UFG).

Audir Giordano Coelho Guimarães, UnB

Graduando em Medicina, Universidade de Brasília (UnB).

Maryane de Oliveira Pessôa, UNIFEV

Medicina, Centro Universitário de Votuporanga (UNIFEV).

Felipe Romão Hatisuka, UNOESTE

Médico, Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) – Presidente Prudente/SP.

Guilherme Dias Queiroz, UNINOVE

Graduando em Medicina, Universidade Nove de Julho (UNINOVE) – Campus Mauá.

Mateus Ruperto Mallosto das Chagas, UnB

Médico, Universidade de Brasília (UnB).

Melissa Capatto Ferrigno, UNOESTE

Médica, Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE).

Marcella de Fátima Lomeu Marinho, Hospital Rede Casa de Portugal

Residência em Clínica Médica, Hospital Rede Casa de Portugal.

Heitor Lenin Lisboa dos Santos, UERN

Medicina, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) – Mossoró/RN.

Camila de Aguiar Lima, PUC Minas

Médica. PUC Minas.

Anna Vitória Carvalho de Andrade

Médica. Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública.

Gustavo dos Santos Pereira, UNOESTE

Medicina, Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE) – Presidente Prudente/SP.

Valéria Paula Sassoli Fazan, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto

Doutora em Neurologia; Livre-Docente em Neuroanatomia, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP.

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Publicado

2026-06-22

Como Citar

Rocha, P. H. S. P., Nascimento, E. da S. R. do, Guimarães, A. G. C., Pessôa, M. de O., Hatisuka, F. R., Queiroz, G. D., … Fazan, V. P. S. (2026). MANEJO DA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA AGUDA DESCOMPENSADA PERFIL B NA EMERGÊNCIA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.28026