ANÁLISE DA CONTRIBUIÇÃO DA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA, PET E SPECT NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA DOENÇA DE PARKINSON E DAS SÍNDROMES PARKINSONIANAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27664Palavras-chave:
Doença de Parkinson. Neuroimagem. Ressonância Magnética.Resumo
Este artigo buscou analisar a contribuição da Ressonância Magnética (RM), da Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET) e da Tomografia Computadorizada por Emissão de Fóton Único (SPECT) no diagnóstico diferencial da Doença de Parkinson (DP) e das síndromes parkinsonianas. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada nas bases PubMed/MEDLINE, Scopus, Web of Science, BVS, ScienceDirect e SciELO, utilizando descritores relacionados à Doença de Parkinson, neuroimagem, PET, SPECT e Ressonância Magnética. Foram selecionados 14 estudos publicados entre 2016 e 2026, incluindo revisões sistemáticas, revisões integrativas, estudos observacionais e pesquisas quantitativas. Os resultados demonstraram que a RM apresenta importante aplicabilidade na avaliação estrutural cerebral e identificação de alterações microanatômicas, enquanto PET e SPECT mostraram elevada sensibilidade funcional na detecção precoce de alterações dopaminérgicas e metabólicas associadas à degeneração nigroestriatal. Observou-se ainda que a integração entre modalidades estruturais e funcionais amplia a precisão diagnóstica e favorece um melhor monitoramento clínico dos pacientes. Conclui-se que as técnicas de neuroimagem constituem ferramentas complementares essenciais no diagnóstico diferencial dos parkinsonismos, contribuindo para maior acurácia diagnóstica e direcionamento terapêutico mais precoce e eficaz.
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