RESPOSTAS FISIOLÓGICAS AO ESTRESSE EM BOVINOS SUBMETIDOS A DIFERENTES PRÁTICAS DE MANEJO: REVISÃO INTEGRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27521Palavras-chave:
Bem-Estar Animal. Comportamento Animal. Cortisol.Resumo
Esse artigo buscou analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, as principais respostas fisiológicas ao estresse em bovinos submetidos a diferentes práticas de manejo. Para isso, foi realizada uma busca sistemática nas bases de dados PubMed, Google Acadêmico, SciELO e LILACS, utilizando descritores relacionados ao estresse, manejo bovino e bem-estar animal. Foram selecionados 10 artigos científicos publicados entre 2021 e 2025 que abordavam indicadores fisiológicos como cortisol, glicose, lactato, frequência respiratória, temperatura corporal e outros biomarcadores associados ao estresse. Os resultados demonstraram que práticas como transporte prolongado, manejo inadequado em currais, contenção e exposição ao estresse térmico promovem alterações hormonais, metabólicas e comportamentais significativas, caracterizadas principalmente pelo aumento dos níveis de cortisol, glicose, lactato e da frequência respiratória. Em contrapartida, estratégias como manejo racional, condicionamento prévio ao transporte, interação positiva entre humanos e animais, sombreamento e resfriamento contribuíram para a redução dos indicadores fisiológicos de estresse e para a melhoria do bem-estar animal. Conclui-se que a adoção de práticas de manejo adequadas é fundamental para minimizar os efeitos do estresse, promovendo melhores condições de saúde, bem-estar e desempenho produtivo dos bovinos.
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