VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA E IMPACTOS NA SAÚDE MENTAL DA MULHER: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27476

Palavras-chave:

Violência obstétrica. Saúde mental. Saúde da mulher. Parto.

Resumo

A violência obstétrica é caracterizada por práticas de desrespeito, abuso físico e psicológico durante o parto, comprometendo a dignidade e os direitos da mulher, além de gerar danos físicos e emocionais. O estudo teve como objetivo identificar os impactos da violência obstétrica na saúde mental da mulher, por meio de uma revisão de literatura realizada em bases de dados como Scielo, PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), no período de fevereiro a maio de 2026. Foram considerados artigos científicos completos, publicados nos últimos oito anos, disponíveis gratuitamente e em língua portuguesa. Como resultados constatou-se que os impactos na saúde mental da mulher incluem o desenvolvimento de depressão e transtorno de estresse pós-traumático, evidenciando a necessidade de cuidados humanizados, respeitosos e de qualidade.

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Biografia do Autor

Maria Victória Gonçalves de Abreu, Universidade de Gurupi

Graduanda em Enfermagem,Universidade de Gurupi (UNIRG). 

Kailany Ferreira Menezes, Universidade de Gurupi

Graduanda em Enfermagem, Universidade de Gurupi (UNIRG).

Nicoly Aguiar, Universidade de Gurupi

Mestre em Ciências Ambientais e Saúde, Pontifíca Universidade Católica- Goiás.

Claudeth Ferreira Menezes, Universidade Paulista

Graduada em Enfermagem, Universidade Paulista- Goiás. 

Ellen Kaylla Gomes Costa, Universidade de Gurupi

Graduanda em Enfermagem, Universidade de Gurupi (UNIRG).

Ester Oliveira Soares, Universidade de Gurupi

Graduanda em Enfermagem, Universidade de Gurupi (UNIRG).

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Publicado

2026-06-23

Como Citar

Abreu, M. V. G. de, Menezes, K. F., Aguiar, N., Menezes, C. F., Costa, E. K. G., & Soares, E. O. (2026). VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA E IMPACTOS NA SAÚDE MENTAL DA MULHER: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(6), 1–8. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27476