ALZHEIMER PRECOCE: FATORES PREDISPONENTES, DIAGNÓSTICO E MANEJO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26250Palavras-chave:
Alzheimer Precoce. Neurodegenerativo.. Fatores predisponentes. Manejo.Resumo
Esse artigo buscou abordar a Doença de Alzheimer de Início Precoce (DAIP) acerca do curso clínico, dos fatores predisponentes e do manejo, por meio de uma revisão de literatura, com ênfase na diferenciação entre DAIP e Doença de Alzheimer de Início Tardio (DAIT), incluindo artigos publicados entre 2015 e 2025, obtidos nas bases de dados “Alzheimer's Association”, “ScienceDirect”, “Cochrane” e “PubMed”, utilizando as palavras-chave “Alzheimer”, “early” e “on-set”, com o conectivo AND. A pesquisa evidenciou que a DAIP possui curso clínico mais agressivo, com manifestações não amnésicas, devido ao maior acúmulo de proteína tau e deposição de beta-amiloide, favorecendo um declínio cognitivo acelerado, e dentre os fatores predisponentes estão o estresse crônico e a genética, com mutações nos genes PSEN1, PSEN2 e APP. O diagnóstico envolve avaliação clínica, uso de biomarcadores e exames de imagem e seu manejo inclui controle sintomatológico e terapias emergentes como imunoterapia passiva e terapia gênica. O estudo aponta que a influência genética é o principal fator de impacto na formação expressiva de placas beta-amiloides e seu curso clínico difere por iniciar com um quadro de perda neurofuncional não amnésica, sendo tais características fundamentais para o direcionamento do diagnóstico e manejo precoces.
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