A EUGENIA ENQUANTO SÍNTESE DA MODERNIDADE: BIOPOLÍTICA, RAÇA E CIÊNCIA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.26020Palavras-chave:
Eugenia. Modernidade. Biopolítica. Ciência. Raça.Resumo
Este artigo, com algumas modificações e inclusões de novas discussões, é parte de um dos capítulos da minha tese de doutorado, intitulada “Eugenia, saber médico e questões raciais em Santa Catarina: uma análise discursiva do jornal O Estado (1915-1950)”, defendida no ano de 2025, no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas (PPGICH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O artigo aqui desenvolvido, buscou refletir acerca do nascimento da eugenia no século XIX, amparada pelo ímpeto de modernidade. Para tanto, privilegiou-se uma análise biopolítica sobre a categoria raça e o desenvolvimento da ciência na modernidade. Destarte, para a escrita deste texto, a bibliografia do trabalho contou com autores vindos das Ciências Humanas e Sociais (CHS). Para tratar da biopolítica, mobilizou-se Caponi (2009, 2021) e Foucault (1988). Na análise da categoria raça, trabalhou-se com Schwarcz (1993), Skidmore (2012) e Camilloto (2026). Para pensar a eugenia e a modernidade, evocou-se para a discussão Bauman (1999), Souza (2019) e Wegner (2025). Metodologicamente, a pesquisa orientou-se pela metodologia qualitativa. O texto permitiu compreender o desenvolvimento da eugenia na modernidade e seus desdobramentos no Brasil, na América Latina e nos Estados Unidos, bem como os mecanismos que a legitimaram como ciência.
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